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Alguém aí tem uma bola de cristal?

Outubro 10, 2008

Compra, vende ou espera?

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É uma urna eletrônica, não uma privada eletrônica

Outubro 3, 2008

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Eu já fui contra o voto nulo, mas ontem conversando pelo telefone com o meu cumpádi Cláudio, ele me disse que o segundo turno para prefeito no Rio vai ser entre o Eduardo Paes e o Crivella. Se eu estivesse lá, teria que votar no macaco Tião.

Ao que tudo indica, depois da tal “festa da democracia” os próximos 4 anos no Rio vão continuar sendo de pura ressaca…

Eu sei que você não perguntou, mas sabe quem eu acho que devia ser prefeito do Rio? Chico Alencar.

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Vini, turning 8…

Outubro 3, 2008

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Oito anos em que ele vem mostrando para a gente que o jeito certo de levar a vida é sem se aborrecer muito.

Oito anos que ele nos diz, do jeito dele, que é mais importante o que você pensa sobre você do que o que os outros pensam sobre você, sejam “os outros”, a professora, o colega, a irmã e até os pais.

Oito anos em que ele acorda TODOS os dias sorrindo, brincando, pronto para uma sacanagem, uma brincadeira, uma implicância pequena com a irmã.

Oito anos que ele pratica uma obstinação incrível, às vezes até confundida com teimosia, mas que garante a ele chegar exatamente onde ele quer. E nem um milímetro a mais.

Oito anos em que, quem conhece ele bem, sabe que ele é muito mais inteligente (e culto!) do que aparenta.

Oito anos em que ele ganharia o troféu de “O Mais Carinhoso da Família”, se esse troféu existisse.

E além de tudo de bom que eu quero desejar para ele nessa data – além de muita saúde e paz e que ele cresca para ser um homem bom e correto, humano e alegre, carinhoso e honesto – eu quero também desejar:

Que eu possa comemorar junto com ele cada conquista, cada gol, cada cesta, cada touchdown, cada single, double ou home run.

Que eu possa falar baixinho, para mim mesmo, Yes!, cada vez que ele pedir, “Pai, eu e a Letícia podemos dormir no seu quarto?”, pois sei que vai chegar o dia em que, com sorte, ele vai ligar, dizendo que vai dormir fora de casa…

Que eu possa ajudá-lo a se levantar nas vezes que a vida lhe for injusta, pois inevitávelmente ela o será.

E que eu ainda possa aprender muito com ele, como fiz em todos os dias desses oito anos.

Obrigado, filho e irmão querido, pelos seus 8 anos. Obrigado por você. Obrigado por tudo. E Feliz Aniversário!!

Da sua família que te ama muito,

Papai, Mamãe, Letícia e Gabriel

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Zune cerebral

Outubro 2, 2008

Dentro do cérebro, provavelmente escondido entre o cerebelo e o cortex cerebral, tem um i-pod zune natural, que guarda todas algumas músicas que você já ouviu na vida. Tem ali não só as suas músicas favoritas, mas algumas que você não gosta , mas não consegue apagar, sei lá porque.

Tem outra coisa sobre esse “Zune cerebral”, ele liga e desliga quando ELE quiser. E algumas vezes repete a mesma música o dia inteiro. Não adianta você querer mudar de música ou fazer ela parar…

Pois hoje o meu “zune cerebral” está tocando essa música aqui o dia inteiro:

Ainda bem que eu gosto dela…

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A lista cresce…

Outubro 2, 2008

Ano passado, quando fiz 38, eu fiz essa lista aqui.

Pois então, aqui vai o #39:

39. “Tem coisas que só acontecem na hora que tem que acontecer. Não importa o quanto você as queira ou tenha trabalhado duro por elas. Não foi por nada que você devia ter feito e não fez. Sometimes life sucks. Bola pra frente.”

 

 

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’39 ou “Para 42 faltam 3″

Outubro 2, 2008

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Quando você é criança, a noite antes do seu aniversário é daquelas difícies de dormir. A ansiedade com a festa, os presentes, os agrados diversos, a atenção, etc. Tem gente que fica adulta e continua vendo aniversário assim. Lá em casa tem uma. Mas tem gente que não. Em aglum momento da vida começam a ver aniversários como uma coisa nem tão legal assim, desnecessária até.

Eu sou desse segundo grupo. Não que eu tenha medo de envelhecer, ou queira parecer mais jovem do que sou. Nada disso. O dia que os cabelos brancos forem mais numerosos que os castanhos, eles vão continuar sendo os mais numerosos. Eu não vou ser daqueles que pinta o cabelo, ou pior, faz implante! Eu sou daqueles que acredita que a idade está na cabeça da gente. Quem conhece meu pai, do alto dos seus 63, sabe que ele é mais “jovem” do que eu. :-)

Mas eu não ligo para fazer aniversário. Vou mais além, não gosto de fazer aniversário. Telefonema, festa, bolo, apagar velinha, essas coisas. Não é a minha praia. E desde que o Vini nasceu, um dia depois do meu aniversário, eu tenho a desculpa perfeita. Como ele ainda é criança, fazer aniversário (ainda) é o máximo e, sendo assim, as comemorações do aniversário dele acabam desviando a atenção do meu. Beleza…

Mas não tem jeito, todo ano ele vem (e como é inevitável, quero que continue vindo, pois não prentendo passar para a próxima dimensão tão cedo!) e sendo assim, hoje eu faço 39 (mas com um corpinho de 38!).

E se o Douglas Adams está certo e 42 é realmente a resposta para a Vida, o Universo e Tudo o Mais, faltam só 3 anos para eu crescer, aparecer e quem sabe finalmente ser o sabichão que eu penso que sou. Ou não… :-)

Parabéns para mim (2/10/1969). E para o Sting (2/10/1951). E para o Gandhi (2/10/1869**).

E da série, nada à ver mas f… : ’39 também é uma música, do Queen, e uma das minhas favoritas inclusive. Ela conta a estória de um grupo de “voluntários” que no ano de 39 (não diz o século) deixa a Terra, um planeta decadente, numa espaçonave, em busca de um novo planeta para a raça humana habitar. Eles retornam exatamente 100 anos depois, mas devido à dilatação no tempo (viajar na velocidade da luz tem dessas coisas, como bem teorizou o Einstein), para quem viajou só havia passado um ano. Sendo assim, um dos voluntários que havia voltado não mais encontra a sua esposa, agora morta, mas a vê nos olhos de sua filha (For so many years have gone/though I’m older but a year/your mother’s eyes from your eyes/cry to me) .

All your letters in the sand
Cannot heal me like your hand
For my life still ahead
Pity me

** Eu já contei aqui (ou no outro blog, não me lembro) que de 100 em 100 anos o Todo-Poderoso-01 manda para essa dimensão um ser “iluminado”. O próximo chega em 2069. :-)

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Inovadores e Medíocres

Outubro 1, 2008

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“Inovar para combater a mediocridade”
por Roldo Goi Júnior
Artigo publicado no caderno Empresas de O Estado de S. Paulo - 19/8/1994

No ambiente de trabalho, assim como na vida comum, a mediocridade é maioria: a maior parte das pessoas não arrisca, não inova, não se compromete, se preocupa o tempo todo em armar-se em sua própria defesa, e nunca se expõe. Passa o tempo atirando pedras sobre aquelas que inovam, que arriscam, que se expõem. Para sorte dos medíocres, os inovadores correm riscos. Às vezes esses riscos se transformam em perda, os inovadores se vão, e os medíocres ficam.

A mediocridade é, também, muito conveniente: não questiona, não ameaça, não põe à prova. Convive facilmente com qualquer situação, e participa de qualquer jogo de poder. Por isso, as pessoas ficam. E ficam também porque sabem que, se forem embora, não vão mais conseguir uma situação semelhante.

A mediocridade está presente em todos os níveis de cada sociedade ou organização. Mantém presença intensa mesmo onde a criatividade e a inovação são elementos básicos, como, por exemplo, nas artes.

Na verdade, ser medíocre é o mais fácil. Como o mato, que cresce onde nada mais nobre foi plantado. E, uma vez crescido, impede o nascimento de qualquer outra coisa. Precisa ser removido por um trabalho externo, para dar lugar a plantação mais produtiva. Com as pessoas não é diferente, mas esse trabalho externo, de remoção, é muito penoso, combatido, porque a mediocridade, ao contrário do mato, reage. E reage a seu modo, trançando teias de amarração por debaixo do pano, minando as ações, lançando pequenas armadilhas, criando obstáculos, e tudo muito nebuloso, pardacento, para que não tenha que ser assumido. E acaba dando certo, porque é pouco freqüente que haja vontade política suficiente para fazer essas remoções a qualquer custo. Eis porque a mediocridade vence. Não é uma vitória justa, bonita. Mas é real, na prática.

Percorra-se todas as empresas comerciais, de serviços, industriais, artísticas etc., e na grande maioria se vai encontrar a mesma situação: a mediocridade implantada, entrincheirada, e histórias sobre profissionais que tentaram isso ou aquilo, e passaram.

E não faltará um sorriso irônico na boca de um ou outro medíocre, como a dizer “nós é que sabemos o que é bom ou ruim para esta empresa”. São esses que iniciam a imediata destruição de tudo o que os inovadores fizeram, tão logo conseguem afastá-los de seus territórios. As exceções são empresas em que a inovação encontrou espaço próprio, domesticou a mediocridade, e a utiliza onde não pode ser daninha. Essas empresas são, invariavelmente, bem-sucedidas, e se caracterizam também por não fazer alarde disso.

Medíocres e inovadores são como água e azeite: nunca se misturam. Mas, diferentemente desses dois elementos, não se ignoram: os inovadores se obrigam a sempre incluir a preocupação com os atos dos medíocres em seus planos de ação, e os medíocres estão sempre atentos aos passos dos inovadores para encontrar a chance de colocar cascas de bananas no caminho. Medíocres se aliam a medíocres, e inovadores a inovadores. As ligações dos medíocres, entretanto, são mais perigosas, porque são baseadas em ameaças veladas, do tipo “fica comigo porque senão jogo cascas no seu caminho também”. Para um medíocre, uma casca representa um risco maior do que para um inovador, porque não tem energia para se levantar e prosseguir sem dano moral.

O preço que o medíocre paga é nunca se destacar positivamente. Isso não chega a ser um problema, porque o medíocre não quer ser destaque. Ao contrário, quanto menos notado, melhor. Às vezes, acontece o acidente inverso: o medíocre é pilhado sendo medíocre onde seria necessário inovar. Aí é um vexame, mas acontece pouco e não chega a afetar a maioria.

Não há nenhuma categoria intermediária entre inovadores e medíocres: ou se é inovador, ou se é medíocre. Dentro desses dois grupos existe a divisão em grupos com diferentes graus de honestidade, energia, carisma, inteligência etc., mas permanecem as atitudes básicas.

Não é só em nosso país que existe essa realidade, mas também no dito Primeiro Mundo. Variam as razões de disputa, e os cacifes dos envolvidos, mas as situações se repetem. E, como somos dependentes econômicos de um sem-número de multinacionais, importamos mediocridade também. Recebemos dirigentes, funcionários e decisões tão medíocres que levamos algum tempo para acreditar que é aquilo mesmo, e que não há nada mais a entender.

Qual o destino dos inovadores?

Em geral, num primeiro momento, a marginalidade profissional. Depois, os que tiverem sorte acabam encontrando um nicho de trabalho onde a mediocridade está controlada. Outros, com tenacidade, iniciam nichos desse tipo. O restante permanece na marginalidade, ou se bandeia para atuar disfarçado dentro da mediocridade. Essa realidade é perversa, mas é realidade, e é necessário conviver com ela. Inovadores do mundo, uni-vos! Os medíocres não sabem, mas já estão automaticamente unidos pela própria mediocridade. Cabe aos inovadores realizar esforços para mudar essa condição. Este artigo irá provavelmente trazer algum estímulo aos inovadores. Quanto aos medíocres, não irão se ver neste espelho. Mais ainda, irão considerar o artigo vago e inconsistente: “Não sei do que o autor está falando”.

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Ensaio Sobre a Cegueira

Setembro 30, 2008
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Essa semana estréia aqui nos EUA Blindness, o filme dirigido pelo Fernando Meirelles (o mesmo de Cidade de Deus) baseado no livro Ensaio Sobre a Cegueira, do José Saramago.

O livro é muito, muito bom. Meio cansativo de se ler, mas muito bom. Quem ja leu algum livro do Saramago sabe do que eu estou falando (aliás, me explica aqui como um cara que desrespeita todas as regras de pontuação consegue ser Nobel de Literatura, hein? Se eu fizesse uma redação daquele jeito, mesmo com a qualidade do Saramago, teria passado no vestibular? :-) )

Anyway, digresso, o livro é excelente e se o filme for metade do que o liver é já vale o ingresso. Mas se isso ainda não for suficiente para te interessar, fique sabendo que além do (bom) diretor, o filme conta com o Mark Ruffalo e a Julianne Moore, que fazem o papel do médico e da mulher dele (aquela que na verdade era imune à misteriosa cegueira), além da Alice Braga (de Sin City e I Am Legend) e do Gael Garcia Bernal (Diários de Motocicleta e I Tu Mama Tambien).

Esse aqui é o site official do filme: clique aqui.

E toma aí o trailer:

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Paradoxo

Setembro 29, 2008

Queijo suíco, outro grande paradoxo…

Filho: Pai, o que é Sabedoria?
Pai: Sabedoria é saber fazer as escolhas certas.
FIlho: E como eu consigo isso?
Pai: Isso vem com a experiência, filho.
Filho: E como eu consigo experiência?
Pai: É… fazendo as escolhas erradas… :-)

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Defesa

Setembro 26, 2008

We (still) are all cavemen...

Lá em casa eu sou injustamente acusado de roncar enquanto durmo (até porque ninguém ronca acordado, né?). A Kelly e as crianças insistem nessa infundada mentira. O que eu faço não é roncar, é no máximo um ronronar.

Mas hoje li um negócio que explicaria meu ronco, se fosse o caso de eu roncar. O que eu repito: não é o caso. Segundo a notícia, que provavelmente não tem nenhume embasamento científico mas eu não quero nem saber e vou começar a usá-la como verdade absoluta daqui para frente, na pre-história, lá na época do Neanderthal, o bicho homem era alvo fácil de predadores maiores enquanto dormia. O ronco então veio como mecanismo de defesa. Enquanto dormia, o homem produzia esse som, parecido com o rosnar(?) de animais bem maiores do que ele, o que fazia com que os predadores pensassem que dentro daquela caverna tinha um animal maior do que realmente tinha e desistissem do ataque.

Então, se eu roncasse (já falei que não ronco!), seria somente por reflexo, um ato inconsciente, resquício dos meus antepassados, no intuito de proteger a minha família. E não porque eu tomei uma ou duas cervejas a mais naquele dia.

The defense rests:-)

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Utilidade Pública

Setembro 26, 2008

 

Como hoje é sexta-feira…

Taí um telefone que não tem nas páginas amarelas, mas que não pode faltar na sua agenda.

Vai que um dia você está naquela dor de cotovelo, foi acometido de uma enfermidade (até viadagem ele cura!) ou apenas precisa de um parceiro para um joguinho de tranca.

Pai Ambrósio é o homem para o serviço…

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Right from Wrong

Setembro 25, 2008

Don't think, be afraid, shut up and be happy...

NARCISSUS: A republican is a man who strives to create equality among all classes. At the core he’s a man who believes in doing what’s right.
(um republicano é um homem que luta para criar igualdade entre todas as classes. No fundo, ele é um cara que acredita estar fazendo a coisa certa)
GAIUS: The trouble is defining exactly what ‘right’ is.
(O problema é definer o que “certo” signinfica)
NARCISSUS: We all know what right is, Senator.
(Todos nósa sabemos o que e certo, senador)
COMMODUS: I would say there’s nothing more dangerous than a man who knows what ‘right’ is.
(Eu diria que não existe nada mais perigoso do que o homem que sabe o que “certo” é)
NARCISSUS: The dangerous man, Caesar, is the man who doesn’t care.
(O homem perigoso, César, é aquele que não liga)

-David Franzoni, “Gladiator” (o filme)

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The Office – Quinta temporada

Setembro 25, 2008

E toma mais seriado de TV… fazer o que? É a época do ano em que eles começam(com exceção do melhor de todos, que só começa em 4 de Fevereiro)!

Hoje é a vez do The Office, que inicia a quinta temporada e que é, na minha opinião, o seriado de comédia mais engraçado da TV americana atualmente.

O show conta o dia-a-dia dos empregados de uma filial de vendas da Dunder Mifflin, uma empresa fabricante de papel para escritório, em Scranton, no interior do estado da Pennsylvania.

Os episódios giram em torno da rotina do escritório e principalmente de 4 de seus funcionários: Michael, vivido pelo Steve Carell, o típico chefe incompetente, que se acha um líder nato. Jim, interpretado pelo John Krasinski, é o gerente assistente e o vendedor mais eficiente da filial. Jim gosta de Pam (Jenna Fischer), a tímida recepcionista e secretária do escritório. Fechando o elenco principal tem o Dwight, feito pelo Rainn Wilson, o típico puxa-saco, que se considera o verdadeiro “assistente” do Michael e compete com o Jim por esse “status”.

Jim and Pam

The new “Rachel and Ross” (lembra do Friends?)… :-)

Embora seja ficcioso, a estória é contada em forma de documentário, com os personagens principais dando “entrevistas” (olhando diretamente para a câmera) entre uma cena e outra. E sem a claque tradicional das sitcoms americanas.

Vale à pena assistir. Para quem está nos EUA, passa às 9pm na NBC. Para quem está no Brasil, eu não sei…

Em tempo: o DVR lá em casa vai trabalhar hoje, pois além do The Office, tem ER e Grey’s Anatomy. Tudo ao mesmo tempo… :-)

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Buffer Overflow

Setembro 24, 2008

Aaaaargh!

Ele foi abandonado na frente do convento, embrulhado numa folha de jornal do dia anterior. Há quem diga que veio dali o seu gosto pela palavra escrita.

Apesar das dificuldades da infância, órfão de pai, mãe, amor, respeito e carinho, ele conseguiu (sobre)viver. E o que tinha de frágil no físico ele compensava no intelecto. A fraquza dos seus braços não faziam nenhuma falta ante à força de suas palavras, de suas idéias. Aprendera a ler sozinho e desde então lera tudo que passava pela sua frente. Vomitava conhecimento. Sabia tudo.

Um certo dia resolveu mudar o mundo, armado de suas certezas e boas intenções. Sabia o que fazer, pelo menos na teoria. Mas mal sabia ele que o Homem Por Trás da Cortina comia caras como ele no breakfast, antes mesmo do primeiro gole de café. Em menos de 10 anos ele passou de revolucionário à alienado, ou melhor, anestesiado. Confortavelmente anestesiado, como diria o David Gilmour.

Um dia foi encontrado pela empregada, quando ela chegava para a faxina semanal, debruçado em cima dos seus textos e suas idéias . Idéias que iam mudar o mundo. Idéias que nunca saíram do papel onde foram escritas. Morrera engasgado pelas próprias palavras.

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Tina Fey = Sarah Palin

Setembro 23, 2008

Video da Tina Fey imitando a Sarah Palin, candidata à vice na chapa republicana, governadora do Alaska e que ninguém conhecia até então e agora está se mostrando ultra-conservadora, inexperiente e pouco capacitada intelectualmente.

A parceira da Tina Fey no video é a Amy Poehler, sua ex-companheira de Saturday Night Live, imitando a Hilary Clinton. De novo, em Inglês:

Muito engraçado… :-)

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Emmy 2008

Setembro 23, 2008

Tina Fey

Domingo foi o dia da versão número 60 do Emmy, o Oscar da TV americana. Esse ano eu assisti ao programa todo, não só porque sou amarradão em TV em geral, mas porque LOST estava concorrendo em 2 categorias: melhor seriado de drama e melhor ator em seriado de drama, Michael Emerson (o Ben).

O show em si foi meio chatinho. Colocar os 5 concorrentes à “Melhor Apresentador de Reality Show” (sim, tem essa categoria) para serem os hosts do espetáculo se provou ser uma escolha ruim, sem graça. E os resultados foram assim, como direi, mais ou menos. LOST não ganhou nenhum dos dois prêmios em que concorreu, mas até aí tudo bem. So que quem ganhou não tinha nada a ver. O Michael Emerson perdeu para um cara de um seriado que eu nunca tinha ouvido falar (Damages?!). Quanto ao melhor seriado, se LOST tivesse perdido para um Grey’s Anatomy, um Heroes, um Brothers&Sisters, tudo bem. Mas ganhou Mad Man, um seriado também (quase) desconhecido, num canal que (quase) ninguém vê, AMC.

A grande vencedora da noite foi a Tina Fey, que faturou melhor escritora, melhor atriz de comédia e seu seriado, o 30 Rock, foi o melhor do gênero Comédia. E ela é bem engraçada e muito inteligente, foi merecido.

A cena mais legal da noite no entanto foi a do video abaixo, onde o Rick Gervais, ganhador do ano passado, foi pegar de volta a estatueta do Steve Carell, que recebeu por ele o prêmio. O que os dois tem em comum? O Steve Carell é estrela de um seriado chamado The Office (que é ótimo!), onde ele faz o papel do gerente regional de um escritório de vendas de uma indústria de papel. Esse seriado é baseado num seriado ingles com o mesmo nome, onde o papel do gerente era vivido pelo Rick. Em inglês:

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Sobre sapos…

Setembro 23, 2008

E você? Cospe ou engole?

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Heroes – Ano 3

Setembro 22, 2008

Começa hoje!

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I’m a PC

Setembro 19, 2008

Quem passou pelos EUA, Europa ou Japão nos últimos tempos e teve tempo de ver TV, deve ter visto aqueles comerciais da Apple onde eles estereotipam os usuários de computador: o cara maneiro, casual, esperto e simpatico (representado pelo Justin Long) é o Mac e nerd sem graça é o PC, q ue roda Windows (se você ainda não viu, pode ver aqui).

Pois é, FINALMENTE a Microsoft resolveu dar o troco. Como disse o Robert De Niro em Taxi Driver, “too much abuse has been going on for too long” (tecla SAP: “estão abusando demais, por tempo demais”). :-)

Desde ontem, está no ar a campanha “I’m a PC” (Eu sou um PC), onde a Microsoft tenta mostrar que todo mundo (todo mundo mesmo, já que existem 1 bilhão de Windows rodando no mundo) é um PC, seja você popular ou um nerd, branco ou preto, rico ou pobre, homem ou mulher. E eu acho que os caras mandaram benzão. :-)

Segue o video (em inglês) abaixo. Para saber mais da campanha clique aqui.

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Um cãozinho chamado MacGyver

Setembro 18, 2008

Impossível é para os fracos…