Posts de Julho, 2008

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Milestone

Julho 28, 2008

Dia importante para a Família Monteiro, pois nosso caçula começou hoje na creche, a Bright Horizons em Issaquah.

Nosso filhão arrebentou a boca do balão e não deu nem uma choradinha quando a mamãe foi embora.

Seguem as fotos.

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Fotos

Julho 24, 2008

Eu tenho que começar com um pedido de desculpas, pois afinal de contas eu meio que abandonei o blog. Mas é que eu tenho tido pouco tempo para escrever aqui pois, desde que voltamos de férias, e até o final da semana que vem, eu e a Kelly estamos nos alternando e trabalhando alguns dias de casa e outros no escritório, pois o Biel só começa na creche em Agosto. E vocês podem imaginar como é trabalhar de casa, tomando conta de um garotão de 1 ano e ainda ter que fazer todas as outras tarefas do dia-a-dia.

Mas vamos ao post! Demorou um pouco, até porque são muitas, mas aqui vai a coletânea de fotos da nossa viagem ao Brasil. Para ficar mais fácil, elas estão divididas em álbuns:

- Visita a Vassouras (casa da Keilla)
- Visita ao Vô Beto e Vó Ana
- Praia e Picanha
- Aniversário do Caio (afilhado da Kelly)
- Gepetto, Oasis Club e Rio Brasa
- Club Med Rio das Pedras – Parte 1
- Club Med Rio das Pedras – Parte 2
- Diversas

Enjoy!

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I Love You Beth Cooper

Julho 15, 2008

I Love You Beth Cooper

Achei esse livro meio que sem querer na Borders que fica em frente ao prédio que a Kelly trabalha um pouco antes de sair de férias (ele não estava nem na estante de lançamentos nem da de best seller, mas na da compre 1 e leve o segundo por 50%). Depois de ler as orelhas e a primeira página do livro achei que valia e o comprei. E realmente valeu a pena. I Love You Beth Cooper foi um dos livros mais divertidos que eu li nos últimos tempos, daqueles da gente gargalhar sozinho.

O livro foi escrito por Larry Doyle, ex-escritor dos Simpsons, e conta a estória de Denis Cooverman, um típico geek, CDF e capitão do “time de debates” da escola, que é escolhido como orador na cerimônia de formatura da High School. Acontece que ao invés do típico discurso de formatura, chato e previsível, Denis confessa para todos presentes, alunos, pais e professores, seu amor por Beth Cooper, a chefe das líderes de torcida e a garota mais desejada da escola.

O que Denis não contava era que, um, Beth não reage tão mal ao seu discurso como ele esperava e dois, o namorado dela, um soldado brutamontes, está presente na cerimônia e não gostou nada, nada do que ouviu. A declaração de Denis desencadeia uma série de acontecimentos que duram até a manhã do dia seguinte, se transformando nos melhores momentos dos seus três anos de High School.

Vale muito a pena ler. Mas quem não é muito chegado na palavra escrita pode esperar o filme, que será lançado em 2009, já está sendo gravado e conta com a Hayden Panettiere (a Claire do Heroes) no papel de Beth Cooper.

I Love You Beth Cooper foi o primeiro livro que eu li nas férias. O segundo, World Without End, do Ken Follett, é a sequência do seu outro best seller, Os Pilares da Terra, e está ótimo. O livro é grande, mais de mil páginas, e eu estou lendo em todos os momentos que eu tenho. Assim que acabar eu coloco aqui a minha “crítica”. :-)

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Original

Julho 15, 2008

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Estória real, acontecida com um carioca que mora no exterior, em visita ao Rio de Janeiro em Junho de 2008 e que não sabia que agora no Brasil tem uma cerveja chamada “Orginial”. Ele é o primeiro do grupo a chegar no Trapiche Gamboa, um bar no centro do Rio (esqueceu que quando se marca 9:00 quer dizer na verdade umas 9:15, 9:30). Senta na na mesa e procura o garçom.

- Amigo, me traz uma garrafa de Skol?
- Só tem Original?

Ele pensa: “Caramba, será que estão falsificando Skol agora? Deve ser feita no Paraguai… Cacilda…”

- Sim, mas eu quero é uma Skol orginal mesmo.
- Não, só tem a Original – o garçom aponta para a geladeira e para o letreiro luminoso da marca de cerveja.
- Ah… e é boa?
- É sim.
- Então me traz uma garrafa de Orginal bem gelada…

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Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão…

Julho 14, 2008

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Estou de volta e vou começar falando obviamente de como foi voltar à terrinha depois de tanto tempo. Ir ao Brasil depois de 2 anos e 4 meses foi bem legal, valeu a pena. Eu já havia falado aqui no blog (e no outro também) que eu não tinha saudades do Brasil ou do Rio de Janeiro. E não tinha mesmo. Mas mesmo assim ir ao Brasil muito proveitoso e todos nós cinco curtimos muito.

E a prinicipal razão pelo qual foi muito legal foi poder rever as pessoas de quem a gente tanto gosta, sejam nossos pais, irmãos, parentes ou amigos. A sensação de estar “em família”, estar com os seus, é maravilhosa e inigualável, acreditem em mim. E disso sim a gente aqui sente muita  falta aqui. Pena que não dá para mudar todo mundo para cá (mesmo se fosse o caso de alguns deles quererem mudar para cá)… :-)

Dessa vez também foi a primeira vez que as nossas duas crianças mais velhas sentiram a questão da distância física. Antes, acredito eu, eles eram muito pequenos para entender essa coisa da saudade. Se estavam perto estava legal, se estavam longe e não viam, tudo bem. Dessa vez, depois das despedidas no aeroporto (que tem que ser rápidas para não doer muito, meio como que tirar um band-aid), na fila da Polícia Federal o Vini confidenciou para mim: “Pai, eu estou com vontade de chorar”.  Eu estava segurando as minhas próprias lágrimas, mas tive que deixar uma delas escapar depois dessa…

 

Fora isso, o Rio de Janeiro continua lindo. Ou pelo menos deve continuar lindo, pois a gente não viu muito dele não. Logo na saída do aeroporto passamos pela “faixa de Gaza”, o cruzamento entre as linhas Amarela e Vermelha. Foi meio como um batismo de fogo, dez minutos de Rio de Janeiro e a gente já estava passando pelo lugar mais perigoso da cidade. Mas fora isso e mais uma meia dúzia de outras idas aqui e ali em outros pontos da cidade, a gente ficou basicamente no eixo Barra – Recreio.  E a razão para isso, confessamos, foi de receio pelas diversas “fatalidades” que acontecem diariamente em todas as regiões da cidade, frutos da (in)eficiente política de (in)segurançà pública que vigora no Rio de Janeiro. Há quem possa dizer que esse receio é exagerado, coisa de turista até. Pode ser, mas para que arriscar, não?

 

Chegamos no Rio de Janeiro e a notícia da vez era a morte de três jovens que a polícia do Exército tinha prendido e que, ao invés de entregá-los à polícia civil, resolveu deixá-los de bandeja no morro inimigo, de presente para o pessoal do tráfico. Os três jovens obviamente viraram churrasquinho. Comoção geral, investigação dos fatos, prisão preventiva dos envolvidos, desculpas do secretário de segurança, tudo o que se tinha direito.

 

Nas vésperas da nossa volta a manchete era outra: numa pereseguição a bandidos, dois policiais confundiram um carro onde iam uma mãe e duas crianças com os dos meliantes e abriu fogo. Foram disparados 32 tiros, 16 deles acertaram o carro. Um deles a cabeça de uma das crianças, com 3 anos de idade. Comoção geral, investigação dos fatos, prisão preventiva dos envolvidos e desculpas do secretário de segurança, com a justificativa que os caras não eram preparados…

 

Uau! Os caras não eram preparados?! Não foram treinados?! Ganham uma miséria?! Só ele sabia disso. Ele e os outros 10 milhões de carioca que transitam pelas ruas com mais medo das blitz do que dos bandidos. Ou pelo menos com tanto medo quanto. Medo de serem parados por aquela dupla de oficiais doidos para achar o “fragrante” no carro do “preibói” e faturar um trocado a mais. Quem mora (ou morou) no Rio já passou por isso, pelo papo furado do “por mim eu até liberava mas…” e quando ele te pede 50 paus e voce diz que só tem 20 ele libera assim mesmo, pois até 10 já era lucro.

 

In between, no meio desses dois casos mais “relevantes”, quem lia o jornal podia ver outros, que não tiveram tanta repercussão no Jornal Nacional: o caso da menina baleada na Lagoa que não foi acodida pelo policial que estava perto porque “ele não podia abandonar a viatura”, o caso dos policiais presos por extorsão, o caso dos policiais do exército que eram assaltantes, etc.

 

Mas vamos voltar às boas coisas… Outros dois pontos altos das férias foram a nossa estadia no Club Med de Angra (que merece um post em separado) e a oportunidade de ir a alguns restaurantes que tínhamos muita saudade, afinal de contas a nossa culinária não deixa a desejar a de ninguém, não é?

 

Concluindo, para mim, Marcus, voltar ao Brasil foi muito bom. Eu já não me sinto tanto “em casa” como no passado, mas o carinho e o amor com que fomos recebidos foi a “recarregada de bateria” que precisávamos.

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We’re back!

Julho 10, 2008

Como o nome do último episódio de LOST desse ano: there is no place like home… E realmente não há lugar como o nosso lar. Por melhor que uma viagem possa ser, nada se compara a voltar ao nosso cantinho, onde estão as nossas coisas. E após uma viagem de volta suuuuuuuuuuuper ultra cansativa, estamos de volta à Seattle e, logo, logo, estaremos de volta à nossa rotina.

Nas férias eu não pude atualizar o blog como eu imaginava, sorry, mas agora é a hora de recuperar o tempo perdido. Nos próximos dias vamos colocar aqui os links para as (mais de 400) fotos e dividir o que rolou, incluindo como foi voltar ao Brasil depois de mais de dois anos na terra do Tio Sam.

Mais posts em breve…

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Diário de viagem – Dias 6 à 13

Julho 2, 2008

Na praia da Barra

Pegamos uns dias de chuva depois dos primeiros dias de sol, mas logo depois o sol voltou e a temperatura tem estado em torno de 23 graus todos os dias.

Nesse periodo fomos visitar a Keilla em Vassouras e fizemos diversos outros passeios por aqui. “Atacamos” no circuito gastronomico e ja cobrimos a maioria das delicias da culinaria brasileira.

Amanha vamos pegamos a estrada e tirar “as ferias das ferias” passando 4 dos nossos ultimos 6 dias aqui no Clube Med Rio das Pedras, em Angra.

Seguem as fotos da feijoada promovida pelos pais da Kelly no primeiro final de semana da nossa chegada: clique aqui.

13 days down, 6 more to go.

PS: Postando sem acento… sorry…