Eu falei nesse post aqui do LOST Showdown, a pesquisa que a ABC está fazendo com os fãs para escolher a melhor cena de LOST até agora. Pois é, eles já estão no round 3. A minha cena preferida, essa aqui, já não está mais competindo, mas a 4 cenas aí embaixo estão.
Ela já fez um monte de filmes legais e raramente entra para essas listas de “as mulheres mais, mais” de Hollywood, mas na minha opinião ela é uma das belezas mais “originais” da telona (ou da telinha): Zooey Deschanel.
No outro dia eu e a Kelly estávamos zapeando e paramos num episódio de Frasier no idos de 2002 e ela estava lá num visual super diferente do que ela tem hoje. E hoje eu esbarrei com o site dela: clique aqui.
Semana passada eu finalmente acabei de ler Breaking Dawn, o quarto e ultimo volume da série Twilight, que conta a estória do romance juvenil entre uma humana e um vampiro, e é o atual fenômeno literário-pop (e agora cinematográfico) no mundo (ou pelo menos aqui nos EUA).
Longe de ser um “Harry Potter”, a estória até que é divertidinha, mas eu confesso para vocês que eu teria feito melhor se tivesse parado no primeiro (a Kelly tem uma opinião diferente, vamos ver se ela escreve aqui o que ela acha). Mas vocês sabem, a curiosidade matou o gato, então eu tinha que saber como acabava a estória da Bella (a humana) com o Edward (o vampiro camarada) e li tudo até o final.
Se fosse para “rankear” os livros, eu diria que o melhor é o primeiro (Twilight), seguido do terceiro (Eclipse), o segundo (New Moon) e finalmente o quarto (Breaking Dawn), que apesar de contar o final da ”saga” é arrastado até dizer chega.
Se você curte cultura pop e não quer ficar de fora de dar suas opiniões sobre o “fenômeno”, leia os livros. Se a sua lista de “livros para ler” tem outros títulos na frente, não tenha pressa. Você não está perdendo grande coisa.
Os menos atentos podem não ter percebido, já que eles passaram em sequência, mas na quarta-feira passada a gente assistiu a 2 episódios de LOST, Because You Left (5.01) e The Lie (5.02). Como foram 2 horas de show, tem um MONTÃO de coisas para serem comentadas. Então não repara no tamanho do post, ok? Bear with me here…
LOST Ano 5 começou colocando as expectativas lá em cima. Chega de meias respostas, chega de enrolação. Chegou a hora de começar a explicar essa doidera e colocar as coisas no seu devido lugar. Sim, sim, apareceram algumas coisas novas, que vão se somando à (enorme) lista de itens marcada com “ainda não entendi”, mas não tanto como no passado. As respostas estão vindo, e com muita ação como tempero. E se a temporada toda for assim, a gente vai chegar em Maio com falta de ar.
Como sempre, o disclaimer: se você ainda não assistiu o episódio, eu recomendo esperar para ler esse post. Caso contrário, clique no link abaixo e continue lendo…
Pierre Chang, Marvin Candle, Edgar Halliwax, quantos nomes esse cara tem?!
A quinta temporada começou bem, muito bem. De dar câimbra no cérebro. Que saudade que eu estava de ver aquelas 4 letrinhas crescendo na tela!
Entre as aventuras de Hurley fugindo da polícia e a Ilha pipocando em vários pontos do tempo (sim, do tempo) , o episódio foi cheio de ação, aventura, ficção científica e, como não poderia deixar de faltar, mais um pouquinho de mistério…
Vou postar aqui meus comentários completos mais tarde, depois de ter tido a chance de rever as 2 horas do primeiro episódio (na verdade foram 2, colados um no outro).
Toda vez que eu falo de LOST aqui, o que não é pouco, eu (meio que) presunçosamente uso o título de o “Melhor Seriado de Todos”, como se ele realmente tivesse esse título, ou se esse título realmente existisse. Mas é que, na minha opinião, e de mais algumas milhões de pessoas (não todo mundo, é claro), ele é realmente o melhor programa que se tem para ver na TV. A TV, essa maravilhosa invenção feita para que as pessoas se distraiam sem ter que pensar.
Mas LOST é diferente (e ótimo) justamente porque você não pode não pensar assistindo LOST. É impossível não imaginar, não teorizar, não querer saber o que vem depois (ou antes, em algumas situações). É impossível não estar curioso para saber um montão de coisas que ainda não foram explicadas! É impossível não querem saber o que está por trás de tudo isso, ou quem, ou quando!
Eu já disse a uma amiga, que não assiste LOST, que no mundo existem dois tipos de pessoas: as que assistem LOST, e as que ainda vão assistir LOST. Se você está no primeiro caso, companheiro, hoje é o dia. Se você está no segundo caso, faça um favor a você mesmo e começe a assistir assim que puder. Vai na locadora e pega o DVD da primeira temporada. Você não vai se arrepender e de repente vai até me agradecer por estar assistindo ao MELHOR SERIADO DE TODOS.
Minha querida, se eu quisesse exercitar minha capacidade de síntese, o que eu teria para ter dizer hoje é isso:
Mas hoje não é o dia para ser sucinto. Então lá vai…
Dizem que quando a gente se apaixona, a gente não se apaixona por alguém real, de carne e osso, mas por uma “projeção”, criada por nós mesmos, de uma pessoa que é exatamente como a gente queria que ela fosse.
Mas depois de um tempo, às vezes muito, às vezes pouco, essa projeção acaba e a gente fica mesmo é com a pessoa como ela é, com suas qualidade (sim algumas qualidades eram reais e não parte de projeção) e seus defeitos (que a projeção meio que escondia, ou colocava no fundo, para a gente não ver). E, se nessa hora, ao olhar para o que ficou, a gente ainda gosta da pessoa e quer ficar do lado dela, a gente pode então dizer que isso é Amor. Caso contrário, o lance é ir procurar uma nova “projeção”.
Hoje fazem catorze anos que a gente começou essa família, e como eu acho que as nossas “projeções” já devem ter acabado (nem E o Vento Levou demora tanto), eu acredito que hoje a gente está junto por que ama o outro pelo que ele é.
Mas como eu sei que você não via televisão na infância e não conhece o Espeto (dos Batutinhas) do video aí em cima, eu vou acabar o post com outro videozinho, mas atual e em linha com a programação que passa na nossa casa, e que também fala o que eu quero te dizer no dia de hoje:
Probably old news, mas eu só descobri hoje. E é impressionante! Sem sacanagem…
Você escolhe qualquer pessoa famosa, pode ser real ou imaginária (persoangens famosos de filmes, TV e livros). Ele, o “gênio”, te faz uma meia-dúzia de perguntas e adivinha quem é que você pensou.
Eu tentei 6 vezes: Ayrton Senna, Jack (LOST), Bill Gates, Gandalf (Lord of The Rings), Pam Beesley (The Office) e Renato Russo. O programa acertou todas elas!
Hoje eu e a Kelly fomos convidados para ir num barzinho. Não, em Sammamish não tem barzinho, o convite foi por email e o tal barzinho era em Botafogo, no Rio, o que fica meio contra-mão para a gente. O email era do meu compadre Cláudio, chamando para uma ocasião especial, especialíssima: o aniversário da nossa qurida comadre Elaine, madrinha da Letícia, que sempre faz questão de comemorar o seu aniversário em alto estilo e cercada de todos os amigos que puder.
Aí eu me lembrei que o “conceito” de barzinho é uma coisa 100% brasileira, quem sabe até 100% carioca (ou pelo menos 80% carioca), não sei. Aqui nos EUA tem bar, é claro, mas não é a mesma coisa que o “barzinho” brasileiro, pois não fica lotado, não tem aperitivo, consumação mínima nem couvert artísitico. Fiquei até com vontade de tomar uns chopes. Fiquei mesmo.
Aí eu me lembrei daquele episódio do Cilada, do Bruno Mazzeo, que eu só conheci graças ao YouTube e à Internet, já que quando eu morava no Brasil ainda não passava. E me toquei que apesar da saudade do chope e do bom papo (dependendo de quem está com você no barzinho), da “experiência” do barzinho eu não sinto falta não. Acho que tô ficando velho, é isso.
Segue o episódio, para quem não viu:
Parte1
Parte 2
Parabéns comadre!! Se eu tivesse aí no Rio, com certeza ia tomar um chope contigo…
Numa grande sacada de marketing, há menos de uma semana da posse do presidente mais popular dos últimos anos aqui nos EUA, a Marvel lançou uma edição da “The Amazing Spider-Man” mostrando o encontro do Aranha com o Obama.
A revista foi um sucesso tremendo nas bancas, e já tem neguinho vendendo ela por US$150,00 no e-Bay.
Eu não sei se é neurológico/fisiológico, mas eu acho que a gente guarda algumas coisas juntas na nossa cabeça, tipo assim no mesmo folder (pasta). Só isso explica porque algumas coisas lembram a gente de outras coisas que, a princípio,não tem nenhuma relação mais direta. Eu também não sei se isso acontece com todo mundo, ou só com algumas pessoas, ou de repente só comigo.
Teve um verão, 1993, que o meu grupo de amigos (a gente se auto-intitulava de “Os Búfalos D’Água”) alugou uma casa em Arraial do Cabo durante o mês de Fevereiro (carnaval na região dos lagos, todo carioca já passou pelo menos 1). Todas as sextas-feiras daquele mês a gente embarcava na minha Parati verde 1985 e no Gol também verde e do mesmo ano do Marcelo Henriques e partia para Arraial do Cabo, religiosamente.
A minha Parati tinha um toca-fitas (ainda não rolava CD em carro naquela época), aqueles de” bandeja”, e nas 2 horas e pouco que a gente levava para chegar em Arraial eu ia escutando uma fita que tinha uma coletânea do Caetano Veloso. Na ida e na volta. Às vezes a gente trocava de fita, ou colocava numa radio, mas na maioria das vezes a viagem era “musicada” pela fita do Caetano.
Então toda vez que eu escuto essa música aí embaixo, como aconteceu ontem, eu “viajo” (ou pelo menos a minha mente viaja) imediatamente no tempo e no espaço, para Fevereiro de 1993 e para Arraial do Cabo. E eu vejo na minha frente de novo a Praia Grande, da casa da tia do Josias, o restaurante da Dona Cristina na Prainha, as anchovas que a Dona Cristina preparava, a Maria Joana (a gata que ficava na casa que a gente alugou e que não saía de lá até que acidentalmente a gente atropelou um de seus filhotes) e mais um montão de coisas daquele verão.
No site official do LOST você pode brincar de um joguinho legal, escolhendo entre diversas cenas dois 4 anos anos série qual foi a melhor para você.
A cada semana eles vão eliminando as menos votadas até que uma seja escolhida pelo public, no final do mês de Janeiro. A minha favorite (“We have to go back, Kate!”), está entre as candidatas.
Dá uma passada lá e confira. Você pode assistir a todas as cenas de novo e dar o seu voto: clique aqui.
Uma família carioca que vive na região de Seattle, WA USA. Esse é um espaço para contarmos nossas novidades e para dividirmos nossas idéias e opiniões.
Letícia, Vinicius e Gabriel são os nossos filhos e os artistas principais do blog. É deles a maioria das estórias que vocês vão ver aqui.
A Kelly é a responsável pelas fotos e filminhos. Ela é a nossa cinematographer.
O Marcus é quem escreve a maioria dos posts. Metido a dar sua opinião em tudo o que acha relevante, fala o que pensa e às vezes só pensa mesmo depois de falar, porém sem o objetivo de agradar ou desagradar ninguém.
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