Posts de Junho, 2009

h1

Bazú, Bazú

Junho 29, 2009

Gol da virada do Brasil sobre os EUA na Copa das Confederações no ultimo domingo.

Foi a pimeira vez que o Gabriel torceu para alguma coisa e, mesmo sem entender muito bem o que rolava, ele entrou no clima, gritando “Bazú, Bazú” (Brasil, Brasil).

Confira.

h1

Verão, quase…

Junho 18, 2009
vini_summer_2009

Clique na foto

le_summer_2009

Clique na foto

Com a chegada do calor e o fim das aulas, as crianças aproveitam as festinhas do final do ano letivo na escola. Seguem as fotos: aqui e aqui.

h1

Sometimes…

Junho 15, 2009

Clique na imagem (fonte: Someone Once Told Me)

… the name of the game is Patience.

h1

In God we Trust

Junho 12, 2009

É muito fácil se virar para o Todo-Poderoso-01 quando o bicho pega, numa certa religiosidade conveniente.

Tem gente sim que é religioso o tempo todo, e esses, segundo o Veríssimo são uns felizardos, pois já encontaram a razão para isso tudo, o sentido da vida, do universo e tudo o mais, enfim, o seu número 42. Mas eu não estou falando desses.

E eu até entendo que, quando em face ao desafio, ao problema, e em certos casos até o inexplicável, as pessoas busquem a razão, a lógica, e mais importante, o conforto, também no inexplicável, no intangível. Afinal de contas, como diz o ditado, “o contrário do medo é a fé”. E essa é a definição mais básica de fé: acreditar em alguma coisa que não se entende, não se explica.

Eu particularmente, e talvez até infelizmente, não sou assim. Dito isto, eu acho que os desafios são sim oportunidades, e dentre as várias coisas que eles acabam te trazendo, além das cicatrizes e das lições, uma delas é, senão uma certa religiosidade (o que tem a ver com credo), pelo menos uma espiritualidade maior. E explico:

Eu não acredito em um Deus que se tenha que “temer” (a expressão “temente à Deus” não faz sentido para mim). Então a troca de medo por fé não acontece (comigo particularmente) seguindo a lógica acima. Eu acho que só se impõe medo (à alguém), quando não se tem tempo ou competência para conquistar o Respeito desse alguém, o que é um sentimento muito mais nobre, você há de convir. E respeito caminha junto com Sabedoria. Pelo menos na maioria dos casos.

E é aí que entra a minha interpretação: ao invés de trocar o medo do desconhecido, pelo temor à um cara sentado numa nuvem que determina o que rola e o que não rola (ou com a cara do Morgan Freeman nos filmes de Hollywood), eu acho que, em se lutando para sair da tempestade, você aprende mais sobre você mesmo e sobre o mundo. Aprende mais sobre as suas limitações e as suas capacidades. Mais sobre o que é importante e o que não é tanto. Aprende mais sobre umas verdades que você achava que eram e não necessariamente são. E isso faz de você uma pessoa melhor.

E tem uma hora, no meio da luta contra a tempestade, que o vento muda sem aviso ou sem explicação aparente. Como que em resposta ao seu esforço, ao seu trabalho, ao seu aprendizado. E aí que eu acho que Deus entra na estória. Certas coisas acontecem por acaso. Certas coisas não. Os desafios são as oportunidades que nos são dadas de crescer, de melhorar, de se conhecer melhor. Oportunidades essas dadas por um Ser certamente superior. E que definitivamente conquistou o meu Respeito.

h1

Ligando os pontos

Junho 5, 2009

Sumi daqui, eu sei… sorry…

O que é chato é essa nossa mania de querer entender tudo, de querer saber dos porquês e dos quandos. Pensando frio, é irrelevante o porquê. O relevante é o QUE, ou o COMO, depois do porquê. Mas nem sempre a gente pensa frio, não é?

Me lembrei daquela palestra do Steve Jobs (abaixo), em que ele fala que, quando a gente olha para trás, dá para ligar os pontos e entender a sequência das coisas. E aí sim, entender os PORQUÊS. E é muito importante acreditar que os pontos eventualmente vão se ligar. É importante ter essa confiança.

Mas só dá para ligar os pontos olhando-se para trás. Nunca olhando para frente.

Merda…