
Ser “certinho” às vezes, ou melhor, normalmente, ou ainda mais longe, frequentemente, não é o mais recomendado…


Ser “certinho” às vezes, ou melhor, normalmente, ou ainda mais longe, frequentemente, não é o mais recomendado…


Ontem recebemos por telefone uma notícia muito ruim – o falecimento de uma grande amiga nossa. Aliás, é engraçado que as pessoas, quando dão a notícia de que alguém morreu, usam a palavra “falecer” ao invés de “morrer”, como se falecer fosse menos pior, menos definitivo. Talvez a gente faça isso por defesa, porque é bem mais difícil dizer (e ouvir) que “fulano morreu”. Bom, mas não era disso que eu queria falar…
Em qualquer situação é difícil entender e aceitar a partida de alguém querido, sejam as circunstâncias que forem. Mas quando é uma pessoa mais jovem, com um montão de coisas teoricamente ainda por realizar, fica ainda mais difícil entender a lógica do Todo-Poderoso-01 sobre quem vai e quem fica.
Antes de eu continuar, deixa eu enumerar algumas premissas que eu tenho sobre esse assunto e que vão ser importantes para entender o resto do meu pensamento. Digo premissas porque ninguém realmente sabe o que acontece quando se vai. Há os que acreditam numa coisa ou em outra, mas saber de verdade o que acontece, com prova (assinatura de Deus registrada em cartório como dizia o Vinicius de Moraes), ninguém sabe. Aqui vão elas:
1. Existe vida após essa aqui, a da Terra. Em outra “dimensão”, mas existe.
2. A gente vem aqui para essa dimensão algumas vezes, e em cada uma delas a gente tem que cumprir um objetivo, alcançar um estágio, cumprir uma missão, mudar de nível no videogame da existência. Segundo o Richard Bach, se a gente ainda está por aqui é porque a nossa jogada ainda não acabou.
3. Antes de começar a tua jogada, ninguém te explica as regras. Você tem que descobrir sozinho, durante o jogo.
4. Cumprida a missão, é hora de sentar de novo no banco de reservas, avaliar o que fez ou deixou de fazer, mudar de nível (se possivel) e esperar a próxima rodada.
Então, para se tentar entender o sentido da morte, eu acho que a gente tem é que tentar entender o sentido da vida. E essa é a pergunta de 1 zilhão de dólares. Qual é o sentido da vida? Por que somos quem somos, do jeito que somos? O que temos que fazer aqui? Qual a principal lição a ser aprendida? Quanto tempo ainda temos de jogo?
Difícil para cacete responder a essas perguntas. Ninguém sabe as respostas. Ninguém. Nem os que falam em nome de Deus as têm. Eles dizem que têm, mas não têm. Os que falam em nome da Ciência também não.
Então, se não dá para entender assim fácil qual é o tal sentido da vida (para os que, como eu, são fãs do Douglas Adams, não adianta dizer que é 42, tem que explicar porque), é melhor deixar para lá a idéia de entender o sentido da morte. Senão a gente fica louco. A nós so cabe continuar vivendo e tentando fazer o nosso melhor, seja o que for que cada um acredite ser o melhor. Como disse o sábio (fictício, mas sábio assim mesmo) Gandalf, “não cabe a nós escolher o nosso tempo, mas sim o que fazer com o tempo que nos é dado”. E isso é a mais pura verdade. O que é uma merda, eu sei, mas independente disso a gente adora a Vida assim mesmo. Com todas as nossas forças.
Seja como for, tenho certeza que apesar de toda a saudade que ela está deixando, nossa amiga está agora tirando as chuteiras, enxugando o suor do rosto, recostando no acento, colocando os pés para cima e atacando a sede com um gelado e deliciosos Gatorade. Merecidamente.
“For what is it to die but to stand naked in the wind and to melt into the sun?” – Gibran

E ontem, além do aniversário da Kelly, foi o Dia dos Avós.
E como sem eles a gente literalmente não estaria aqui, parabéns aos quarto avós lá de casa: Antônio, Lielza, Roberto e Ana.
Parabéns especial e em dose dupla para o vô Antônio, que ficou mais experiente semana passada, e para a Vó Lielza, que também também completa mais uma primavera essa semana! Como eles estão por aqui, estamos aproveitando para comemorar junto com eles!
Parabéns Vovôs e Vovós!


De maos dadas em 2 de Maio de 2007
O Queen tem uma música na qual eles cantam dois versos da mesma em japonês. O título da música, em japonês, segundo a pesquisa que eu fiz, quer dizer “mãos dadas”.
E eu estou pegando emprestado o refrão dessa música pois ela fala o que eu desejo para você, ou melhor para nós, na data de hoje e por toda a nossa vida:
“Let Us Cling Together As The Years Go By,
Oh My Love, My Love,
In The Quiet Of The Night
Let Our Candles Always Burn,
Let Us Never Lose The Lessons We Have Learned”
Que em japonês seria…
“Teo toriatte konomama iko
Aisuruhito yo
Shizuka nayo ini
Hikario tomoshi
Itoshiki oshieo idaki”

Feliz Aniversário minha querida! E que a gente continue de mãos dadas (and letting our candle always burn) por muitos e muitos aniversários.
Da sua família que te ama muito!
Marcus, Leticia, Vinicius e Gabriel
E para quem ficou curioso, segue a música…


Tem gente que diz que criança que é levada é porque tem saúde e é feliz. E isso é bom. É claro que isso pode ser só uma desculpa que nós, pais, damos para nós mesmos para justificar as travessuras que os nossos filhos fazem. Quem não tem filhos ainda, não deve achar isso. Aliás, quem não tem filhos normalmente tem a receita certa de como criar os filhos educados. Isto até eles terem os filhos.
Mas por que eu estou falando disso? Eu chego lá, já, já.
Quando o Vini nasceu e começou a crescer, a gente viu que ele tinha mais “energia” (outro sinônimo que os pais usam para “levado”) que a maioria das crianças. O guri era, e é, como diz o meu pai, “difícil de segurar com a mão”. É claro que a idade vai ajudando, mas ainda hoje ele é do tipo que sobe em tudo o que pode, pula, corre, rola, chuta e e por aí vai. E eu não vou nem entrar no assunto de quantos emails eu recebo da professora, senão o post ia ficar muito grande.
Quando o Gabriel nasceu, eu pensei: bom, pior do que o Vini não vai ser, dá para encarar. Mas com apenas 2 anos de idade o caçula da família já começou a mostrar o seu “potencial” para supercar o irmão em “energia”. E aí a gente chega no que eu quero contar, o que é um exemplo disso.
Na quarta-feira passada nós fomos jantar fora para comemorar o aniversário do Vô Antonio, que está por aqui de visita. O restaurante escolhido pelo aniversariante foi o Sky City, um restaurante fica no Space Needle, aquela torre que fica no centro de Seattle e o cartão postal da cidade. O Sky City fica abaixo do deck de observação da torre e é um restaurante giratório: a cada hora ele completa uma volta interia no seu eixo, o que permite aos frequentadores do restaurante uma completa vista da linda paisagem (linda mesmo: clique aqui para ver ao vivo).
Ir a um restaurante com o Gabriel pode ser considerado uma aventura, meio que um esporte radical. Ir num restaurante como o Sky City, uma aventura especial, tipo um vôo de asa delta em vento forte. Depois dos poucos minutos em que ele ficou sentado na cadeira, nosso caçula resolveu, como sempre, explorar a redondeza e obviamente a grande atração do lugar (para ele e todas as crianças) era a parede do restaurante que “mexia” (o que girava éramos nós, mas na percepção de quem está sentado… você já entendeu, não?). Entre um “vem aqui Gabriel” e um “não sobe aí, porra”, o tênis dele (e não o pé, felizmente!), ficou preso no vão entre a plataforma giratória e a parede com as janelas…
Resumo da opera, tiveram que “parar o restaurante” para que, com ajuda de uns 2 ou 3 funcionários a gente pudesse resgatar o tênis e a plataforma voltasse a girar normalmente. Eu sei, é bem provável que isso já tenha acontecido antes nos vários anos em que o resturante está lá – digo a necessidade de parar o restaurante que gira na torre que é o cartão postal da cidade – mas com certeza não deve ser um fato comum.
Como ele não tinha se machucado, e o prejuízo maior foi o tênis (que ficou meio distorcido), a gente deu aquele sorriso amarelo, pediu a conta e se mandou…
Mas uma estorinha para contar em festas…

![]()
É o nome do blog que o meu irmão, que é colecionador de citações, criou.
Dá uma passada lá e confere: clique aqui.

Uma forma engraçada de entender o modelo de negócio da Google.
Parte 1
Parte 2
Tão dizendo por aí que “Bing is the new way to Google”. Será?


Desde de quando a gente resolveu criar o blog, e isso já vão para mais de três anos, um dos meus objetivos era manter os assuntos do blog o mais alienados possíveis em relação à política, principalmente a política brasileira, já que dela não dá para falar bem e, segunda a patroa lá em casa, falar mal do Brasil morando fora não é muito “educado”. Nem sempre isso foi possível, mas se você for contar, o número de posts sobre esses assuntos é bem menor do que os outros.
Além do fator “geográfico”, o motivo principal mesmo é minha postura pessoal em relação à polítca (em geral), desde que o Lula foi eleito para o seu primeiro mandato em 2002. A desilusão com um governo que deveria ser do povo mais não foi, ou não é, junto com o que, acredito eu, seja um certo amadurecimento (bem que eles diziam para não confiar em ninguém com mais de 30 anos), me fez perder o interesse que eu tive pela política durante muitos anos.
Por que falar disso agora? Sei lá, mas acho que de vez em quando falar sério também é importante. Mas também é porque, mesmo não tendo mais acesso à TV brasileira e nem mais o hábito deler os jornais brasileiros na Internet, mesmo assim volta e meia a gente fica sabendo das notícias da terrinha. E recentemente veio ao meu conhecimento o “escândalo da vez” no Brasil, envolvendo o Sarney e uns sérios casos de nepotismo (quem diria que o Sarney era corrupto, hein? Que surpresa…). E aí vem de novo aquela vontade da gente (minha, vai) de dar a nossa opinião sobre o assunto. Então lá vai…
Eu acho que no Brasil (falo do Brasil porque eu conheço, com certeza isso acontece em outras partes do mundo) existem majoritáriamente dois grupos de cidadãos. Exceções existem, é claro, mas a maioria dos 200 milhões de brasileiros se encontram em um desses dois grupos:
O primeiro grupo , o do analfabeto politico (usando o termo cunhado por Bertold Bretch): esses são aqueles que acham que “politico é tudo igual” e se conformam com os Sarneys, os Collors, os Renans e por aí vai. Para esse grupo, ser politico e ser usurpador do erário público são sinônimos. É a ordem natural das coisas e nada pode ser feito à respeito. Eles não “entendem de política”, não gostam de política e tem raiva de quem fala de política. Esse grupo é grande, enorme,está espalhado em todas as classes sociais e, na grande maioria das vezes, é aquele que não lembra em quem votou na última eleição, seja ela qual for. Para esses, o exercício do voto é só um dever,um fardo, e não um direito, um instrumento de mudança. Esse grupo nunca vai para a rua, ou para os jornais, para reclamar de nada, porque para eles, não adianta reclamar. Alias, para eles, bobo é o politico que não rouba.
O Segundo grupo é o dos “jovens revolucionários”, aqueles com toda a energia para mudar o mundo, mas cujas idéias e ideologias ainda tem a profundidade de um bidê. A maioria dos jovens passa por esse grupo em alguma parte da sua vida. Eu sei que eu passei. É aquela fase do lutar “contra tudo isso que está aí”, mas sem nem saber o que esse tudo isso é. É reclamar de tudo e de todos, sem saber exatamente por que e como. Não me entenda mal, eu não esotu sendo preconceituoso com idades, tem gente já cinquentona que ainda pretence a esse grupo. Tem um partido de duas letras, que começa com P e termina com T, que está cheio deles. Tem gente até que nunca sai dela, pois ela é bonita, romântica até. Afinal de contas, dizer que se é “de esquerda” é bem maneiro. E tem muito politico que faz discurso para essa galera. Só para essa galera.
Aí, os que sobram, com boas intenções, boas idéias e discursos consistentes, são muito poucos para fazer alguma diferença.
E por causa disso, eu chegeui à conclusão de que “tudo isso que está aí” não vai mudar, seja pela indiferença de uns, seja pela rebeldia sem causa de outros. O que fazer então? Não sei, se soubesse eu contava. Eu escolhi então ignorar tudo isso, como disse antes aqui, minha musiquinha (adaptada) é: “Eu sou alienado, com muito orgulho, com muito amor…”
O Brasil tem jeito? Talvez tenha. Está perto de chegar esse dia? Acho pouquíssimo provável.
Aí vem alguém e fala que nos EUA também é assim, que o Bush levou a eleição sem ganhar, e tal e coisa. E é tudo verdade. E se um dia eu for americano naturalizado e filiado ao Partido Democrata, é disso que eu vou falar. Enquanto isso não acontece, falo como cidadão brasileiro, ex-politizado, ex-engajado (ou seria enganado?) e ex-PTista (de carteitinha, filiado e tudo).

I Love You Beth Cooper
Funny People
500 Days of Summer
Julie & Julia
Bruno
Não necessariamente nessa ordem…

%20for%20Website.jpg)
Sabe aquelas invenções mirabolantes que a gente vê naqueles programas tipo “As Seen on TV”? Aqueleas geringonças que simplificam as tarefas do dia-a-dia, normalmente na cozinha ou em alguma atividade doméstica? Pois é, uma que ainda não inventaram, ou pelo menos eu ainda não vi por aí, é um bloco de notas para se usar no chuveiro.
Esse produto ia ser um sucesso para gente como eu. Eu sou daqueles que tem as melhores idéias durante o banho. É justamente no chveiro que me vem uma solução legal para aquele lance no trabalho, ou uma idéia legal sobre o que escrever no blog, ou até uma coisa importante que eu tenho que fazer até sexta sem falta.
Mas acontece que acaba o banho, eu me seco, e na toalha além da água fica escondida em algum lugar aquela idéia genial. Quse sempre. E cadê que eu lembro depois? 75% das vezes eu nao lembro.
Se existisse um bloco de notas para chuveiro, eu eu possuísse um, esse blog aqui ia ter textos muito mais interessantes, pode acreditar.
Mas eu ainda não achei esse treco em lugar nenhum…


Eu votei nele...
E para quem, como eu, gosta de TV, saiu hoje a lista dos indicados para o Emmy 2009, e os meus seriados preferidos estão lá.
Seguem as categorias relevantes (pelo menos para mim), com o meu voto em cada categoria em negrito e quem eu acho que vá ganhar em itálico:
Melhor Série – Comédia
“Entourage” (2004)
“Family Guy” (1999)
“The Flight of the Conchords” (2007)
“How I Met Your Mother” (2005)
“The Office” (2005)
“30 Rock” (2006)
“Weeds” (2005)
Melhor Série – Drama
“Big Love” (2006)
“Breaking Bad” (2008)
“Damages” (2007)
“Dexter” (2006)
“House M.D.” (2004)
“Lost” (2004)
“Mad Men” (2007)
Melhor Ator – Comédia
Alec Baldwin for “30 Rock” (2006)
Steve Carell for “The Office” (2005)
Jemaine Clement for “The Flight of the Conchords” (2007)
Jim Parsons for “The Big Bang Theory” (2007)
Tony Shalhoub for “Monk” (2002)
Charlie Sheen for “Two and a Half Men” (2003)
Melhor Ator – Drama
Simon Baker for “The Mentalist” (2008)
Gabriel Byrne for “In Treatment” (2008)
Bryan Cranston for “Breaking Bad” (2008)
Michael C. Hall for “Dexter” (2006)
Jon Hamm for “Mad Men” (2007)
Hugh Laurie for “House M.D.” (2004)
Melhor Atriz – Comédia
Christina Applegate for “Samantha Who?” (2007)
Toni Collette for “United States of Tara” (2009)
Tina Fey for “30 Rock” (2006)
Julia Louis-Dreyfus for “The New Adventures of Old Christine” (2006)
Mary-Louise Parker for “Weeds” (2005)
Sarah Silverman for “The Sarah Silverman Program.” (2007)
Melhor Atriz – Drama
Glenn Close for “Damages” (2007)
Sally Field for “Brothers & Sisters” (2006)
Mariska Hargitay for “Law & Order: Special Victims Unit” (1999)
Holly Hunter for “Saving Grace” (2007)
Elisabeth Moss for “Mad Men” (2007)
Kyra Sedgwick for “The Closer” (2005)
Melhor Ator Coadjuvante– Comédia
Jon Cryer for “Two and a Half Men” (2003)
Kevin Dillon for “Entourage” (2004)
Neil Patrick Harris for “How I Met Your Mother” (2005)
Jack McBrayer for “30 Rock” (2006)
Tracy Morgan for “30 Rock” (2006)
Rainn Wilson for “The Office” (2005)
Melhor Ator Coadjuvante– Drama
Christian Clemenson for “Boston Legal” (2004)
Michael Emerson for “Lost” (2004)
William Hurt for “Damages” (2007)
Aaron Paul for “Breaking Bad” (2008)
William Shatner for “Boston Legal” (2004)
John Slattery for “Mad Men” (2007)
Melhor Atriz Coadjuvante – Comédia
Kristin Chenoweth for “Pushing Daisies” (2007)
Jane Krakowski for “30 Rock” (2006)
Elizabeth Perkins for “Weeds” (2005)
Amy Poehler for “Saturday Night Live” (1975)
Kristen Wiig for “Saturday Night Live” (1975)
Vanessa Williams for “Ugly Betty” (2006)
Melhor Atriz Coadjuvante – Drama
Rose Byrne for “Damages” (2007)
Hope Davis for “In Treatment” (2008)
Cherry Jones for “24″ (2001)
Sandra Oh for “Grey’s Anatomy” (2005)
Dianne Wiest for “In Treatment” (2008)
Chandra Wilson for “Grey’s Anatomy” (2005)
Melhor Show de Variedades
The Colbert Report” (2005)
“The Daily Show” (1996)
“Late Show with David Letterman” (1993)
“Real Time with Bill Maher” (2003)
“Saturday Night Live” (1975)


Botões: E aí, não vai postar nada? Fica um tempão sem escrever e depois que volta fica assim, devagar quase parando?
Marcus: Não, mas hoje não tenho o que escrever.
Botões: Como assim? Não precisa ser nada profundo e divagante não, pode ser uma bobeirinha. Não precisa nem ser muito inteligente (como se normalmente fosse .. .humpf…).
Marcus: Eu sei, eu sei, mas e que hoje não me vem nada.
Botões: Fala do trabalho no grupo novo.
Marcus: O trabalho está legal, ainda no começo, as acho que vai ser muito bom. Tem tudo a ver com o que eu gosto de fazer (profissionalmente).
Botões: E o que você faz mesmo?
Marcus: Eu trabalho com arquitetura de sistemas, desenhando soluções que atendam às necessidades do negócio. Eu também trabalho em desenho e melhoria de processos, além de…
Botões: Pára, pára, tá ficando muito chato o papo. Vamos mudar de assunto. Fala da garotada.
Marcus: A garotada está legal. Letícia essa semana foi no seu primeiro concerto de música sozinha (a mãe da amiga levou), um show da Demi Lovato. Ela já está (quase) “a adolescente”, com tudo de bom e desafiante que essa fase traz. O Vini está ótimo, curtindo o verão e fissurado em baseball. Por causa do MLB 2K9 ele sabe as escalação de todos os times do campeonato. Comprou um taco de madeira maciça (na liga infantil eles jogam com taco de metal oco) e está doido para estreá-lo. O Biel é o que cada dia tem uma novidade, seja uma palavra nova que ele aprendeu ou alguma brincadeira. Como o irmão tem o taco de madeira, tivemos que comprar para ele um de plástico, que ele carrega para cima e para baixo e até dorme com ele. Colocamos umas fotos deles aqui no blog…
Botões: Legal… e os filmes? Tem visto muitos?
Marcus: Não muitos, vocês sabem que eu não tenho muito tempo livre… semana passada fui assistir “The Hangover”. Pena que fui com uma camisa polo, então só dois de vocês puderam assistir comigo, mas foi óitmo. Mas não dá para falar disso de novo, já coloquei um post sobre isso aqui no blog… Começou aqui semana passada também “I Love You Beth Cooper“, baseado no excelente livro (de mesmo nome) do Larry Doyle, sobre o qual eu já escrevi aqui. Mas esse eu acho que vou ter que ir ver sozinho, pois a Kelly não gostou do livro. E hoje vamos ver Harry Potter 6. A Letícia quer ir logo, parece até que o filme vai sair de cartaz semana que vem! Eu estou com as expectativas baixas, pois esse para mim não foi dos melhores livros. Semana retrasada levei a garotada para ver Transformers 2, o que é um filme médio, nota 5. O filme é meio bobo, e nas horas das lutas fica difícil de ver quem são os transformers “do bem” e os “do mal”. O melhor do filme é mesmo a Megan Fox. Super-extra-mega-plus linda ela… ![]()
Botões: E na TV?
Marcus: Agora com as “férias” de LOST e The Office, o que vale memso são as séries da HBO. Sem elas não tem quase nada de novo na TV…
Botões: Que séries?
Marcus: Eu gosto de True Blood and Entourage. E começou uma nova agora, chamada Hung, que parece que vai ser legal também. E por falar em True Blood eu já estou terminando o quarto livro…
Botões: Livro? True Blood tem livro?
Marcus: Sim, True Blood é baseado numa série chamada Southern Vampire Mysteries, da Charlaine Harris. Eu estou terminado o quarto livro da série (que já tem 7 publicados), chamado Dead to the World. Imagina Twilight, só que proibido para menores,
, coloca uma dose boa de humor e uma estória legal no fundo. Essa é a série.
Botões: E o Mariners?
Marcus: Pô, o Mariners está surpreendendo! Depois da temporada do ano passado, eu achei que esse ano a gente ia ser saco de pancada de novo. Mas não, nada como uma “nova gerência” e novos jogadores chaves para fazer de um grupo perdedor, um time vencedor. Eles não estão em primeiro no campeonato (ainda), mas tem chance de chegar lá. Vamos ver…
Botões: Ufa! Tem certeza que não tem nada sobre o que escrever?
Marcus: Tô falando que não pô!
Botões: Ok então, quando tiver você escreve então.
Marcus: Pode deixar…


E a nossa cinematographer tem estado ocupada. Toma mais fotos!!!
Fotos dos passeios no Wild Waves (parque de águas). Sim, tem parque de águas aqui, só abre dois meses do ano, mas tem: clique aqui.
Fotos curtindo a piscina: clique aqui.
Fotos de passeios diversos com os vovôs: clique aqui.


No 4 de Julho, dia da Independência dos EUA, nós fizemos lá em casa, pela primeira vez, um “churrasco americano”. Não que tivesse faltado a picanha (que aqui chama top sirloin e nem sempre se acha com aquela camada de gordura – tem que ser amigo do açougueiro), mas ela foi a “entrada” do dia.
Como a data pedia, dessa vez tivemos hot dogs e hamburgers como “prato principal”. E era a estréia da minha nova churrasqueira, a gás, meu presente de aniversário adiantado (bem adiantado) dado pelo Vô Antônio.
Seguem as fotos: clique aqui.

Tinha tempo que eu não ia no cinema ver um filme “de gente grande”. Tinha mais tempo ainda que eu não ia no cinema e ria o tanto quanto eu ri no último sábado, assisitindo à “The Hangover” (não sei o título em português, mas a tradução literal seria “A Ressaca”).
O filme, que tem no elenco o Ed Helms (o Andy do The Office), conta a estória de 4 amigos que vão para Vegas por conta da despedida de solteiro de um deles. O “setting” do filme não tem nada de novo e você pode até imaginar que vai ser mais uma daquelas comédias clichés. Não é. O filme é uma comédia com “C” maiúscula. Excelente. De sair do cinema com dor na barriga de tanto rir.
Está precisando de uma risada? Vai ao cinema ver “The Hangover”…
Segue o trailer:
E por falar em cinema, essa semana chega às telonas o Harry Potter 6 (Letícia quer ir no primeiro dia em cartaz). Além desse, e mais na linha “de gente grande”, dois que vêm por aí ainda nesse verão e que eu acho que vão valer à pena assistir são “Funny People” e “500 Days of Summer“, esse último com a linda Zooey Deschanel.


No USA Today de hoje tem uma reportagem sobre a Marta, a craque da seleção brasileira de futebol feminino que joga aqui nos EUA, mas especificamente no Los Angeles Sol. E a Marta está fazendo o que o Pelé não conseguiu há quase 40 anos, ou o que o Beckham não conseguiu há 2. Fazer com que os americanos apreciem futebol (soccer).
Segundo a reportagem, a Marta tem uma legião de fãs, os Marta Maniacs, que torcem para ela independente do time. São jovens e crianças que vão para o estádio com a camisa dela, não a do Sol, mas a da Seleção Brasileira, e gritam “Maaaartaaaa”. Até o Kobe Bryant, cracão da NBA, já se declarou fã dela.
A matéria completa está aqui.
Não tem Kaká nem Robinho. Viva a Marta!


A Rachel, lá do Rio Gringa, escreveu um post que na minha opinião é sensacional. Para quem ainda não teve a chance de visitá-la, ela é uma jovem americana, moradora de NY, mas que até recentemente morava no Rio com o seu marido, que é brasileiro.
Nesse post, a Rachel escreve (em português) sobre como ela se sente brasileira, após ter vivido alguns anos no país. E ela explica o que, para ela, é ser brasileiro. E para uma pessoa que não é brasileira nata, para mim ela acertou na mosca. Eu, brasileiro nato, me sinto exatamente como a Rachel em pelo menos 90% das colocações dela, numa salada mista de sentimentos: amor (pela pátria), orgulho, vergonha, indignação e desilusão.
Segue um pedacinho do post, para você ver do que eu estou falando:
“Ser brasileira é ter uma linha muito fina entre o amor e o ódio pela pátria, sentir o puxão entre o patriotismo cego e a desilusão total. Ser brasileira é negar os males enquanto reclama deles. Ser brasileira é colocar mais fé no futebol do que na política. Ser brasileira é ficar em cima do muro enquanto se joga pedras. Ser brasileira é sempre ser e ter filha, tia, prima, sobrinha, mãe. Ser brasileira é amar sem fim, ainda se doer. Ser brasileira é nunca estar sozinha.
(…)
Ser brasileira é rir para não chorar. Ser brasileira é suprimir à vergonha para fortalecer o orgulho. Ser brasileira é ter felicidade na superficie para esmagar a tristeza, empurrar ela mais para dentro e tentar esquecer dela.”
Para ler tudo, clique aqui.
Ser brasileiro é muito bom, mas como diria o Tom Jobim, não é para principiantes…

Ou
Toma mais uma metáfora…

É impressionante como apenas uma engrenagem, entre várias, compromete a máquina como um todo, como se fosse irrelevante o fato de todas as outras engrenangens estarem ótimas, em perfeitas condições. Basta uma para estragar o todo.
Se o segredo da felicidade – ou como defendem alguns, o segredo de se colecionar mais momoentos felizes do que tristes – é uma máquina azeitada, calibrada, onde tudo funciona à contento, com bom desempenho e baixo custo, para tal é preciso se conhecer a máquina por dentro, desde as engrenagens grandes e complexas às pequenas e simples, para saber como o conjunto funciona. É preciso dar importância a todas elas e em especial à algumas. É preciso saber o que não está funcionando errado e consertar.
Pois uma máquina com defeito, ou com uma engreagem que seja quebrada, mesmo que funcione, trabalha errado, fazendo aquele barulinho chato (tipo de exaustor de cozinha), que perturba a gente e tira toda a graça de tudo à nossa volta sem nem a gente perceber.
Mas quando o barulho vai embora e a gente vê a máquina funcionando bonitinha, como ela deveria, aí sim a gente vê quão boa ela é quão legal é o que sai dela.