Arquivo da categoria ‘Livros’

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Under the Dome

abril 23, 2010

Os últimos meses tem sido de pouco tempo livre para postar, mas sempre que dá eu dou uma passada por aqui para atualizar o blog. Espero que vocês tenham gostado das fotos recentes abaixo.

Hoje venho aqui falar do Under the Dome, o mais recente livro do Stephen King, que eu acabei de ler tem umas 2 semanas. Se você gosta de Stephen King, ou se você não conhece Stephen King mas gosta de ficção científica, mistério e suspense, você vai ADORAR Under the Dome.

O livro fala sobre um certo dia de outubro em que uma cidadezinha pequena do interior do estado do Maine, chamada Chester Mills, foi isolada do resto do mundo por uma redoma invisível e indestrutível. A tal redoma cobre exatamente o tamanho da cidade e não permite que nada a atravesse, salvo um pouco de ar. A estória conta como os habitantes de Chester Mills reagem aos dias que seguem à caída da redoma e como, em situações extremas, o melhor e o pior de cada pessoa é exposto.

O livro é longo, mas é muito bem escrito (Stephen King!). Vale a leitura com certeza.

Agora estou lendo Bag of Bones, um mais antigo do King que eu não tinha lido ainda, enquanto espero Death In the Family, o décimo e mais novo capítulo da saga da Sookie Stackhouse (Southern Vampires Mysteries), da Charlaine Harris, que só sai no começo de Maio.

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The Host

janeiro 14, 2010

Eu ganhei esse livro da Kelly tem quase um ano, mas ainda não tinha parado para lê-lo até há mais ou menos umas 3 semanas atrás. E quando resolvi ler, é claro que baixei a versão para o Kindle :-) , acabando de ler as últimas páginas hoje.

O The Host é escrito pela Stephenie Meyer, a mesma que escreveu o mega-sucesso Twilight. E uma das coisas que me fez demorar para começar a ler The Host foi justamente isso. Eu não gostei tanto assim da saga de Twilight, achei bem mais ou menos. Então a minha expectativa não era das maiores. A segunda coisa que me fez demorar a pegar o livro e ler foram as primeiras páginas, o prefácio. Ele é um pouco confuso e não dá idéia da dimensão da estória que o livro depois vai te contar. Mas, decidido a ler o livro e, passadas a primeiras páginas, você descobre que The Host é um ótimo livro, um que eu definitivamente recomendo (apesar do tamanho).

Nas palavras da própria autora, The Host é “uma estória de ficção científica para quem não gosta de ficção científica”. Não é o meu caso, eu adoro ficção científica, e gostei do livro assim mesmo,  mas eu acho que a afirmativa dela faz sentido pois a invasão extra-terrestre na Terra contada no livro é só o pano de fundo para a verdadeira estória, que a estória da Wanderer, um desses seres extra-terrestres, que vem viver na Terra e descobre o lado bom e o lado ruim do que é ser “humano.

Sem querer entrar muito em detalhes, Wanderer vem de uma civilização socialmente mais evoluída que a nossa, mas acaba descobrindo no ser humano, com a ajuda de uma vozinha que não sai da cabeça dela (esse é o grande plot do livro), uma riqueza de emoções e sentimentos, bons e ruims, que a raça dela não conhece. Mas o livro não é só romance e tem também uma boa dose de ação.

No final a estória até da uma derrapada, e o “climax” que eu pensei que começaria a se formar lá pelos últimos 90% só acontece mesmo nos últimos dois capítulo (e no prólogo), e meio que de surpresa até, o que foi legal (e diferente de Twilight, onde você antecipa os acontecimentos umas 100 páginas antes deles acontecerem).

Em suma, um bom livro, que além de divertir, te faz pensar um pouco. Fica aqui mais uma dica.

PS: A Valéria perguntou num comentário no último post se eu levo o meu Kindle para o banheiro. É claro que sim, seja em casa, seja no tribalho… :-)

 

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Twenties Gril

outubro 30, 2009

 

Acabei de ler, no meu Kindle :-) , Twenties Girl, o mais recente livro da Sophie Kinsella (que ficou famosa com a série da Shopaholic).

Eu já falei Sophie Kinsella e dos seus livros várias vezes aqui, pois ela tem um jeito de escrever que faz a leitura uma coisa extremamente leve e agradável. É a versão impressa das comédias românticas… :-)

Como em todos os outros livros dela, a “heroína” é mais uma vez uma mulher na casa dos 20 e poucos anos, que dessa vez se chama Lara. Lara vai ao enterro de uma tia que ela não conhecia em vida e que morreu aos 105 anos, e é surpreendida quando consegue ver o “fantasma” da tia no velório. Como Lara é a única com quem a fantasminha, Sadie, também de 20 e poucos anos, consegue se comunicar, ela é “recrutada” pela tia para procurar um certo colar que lhe pertencia e que desapareceu.

E a busca pelo colar faz as duas jovens descobrirem juntas um montão de coisas, entre elas uma grande amizade.

Acho que Twenties Girl é o melhor dela até agora, melhor até do que o The Undomestic Godess.

Fica aqui a dica…

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Nada para contar, mas a gente escreve mesmo assim…

julho 16, 2009

Botões: E aí, não vai postar nada? Fica um tempão sem escrever e depois que volta fica assim, devagar quase parando?
Marcus
: Não, mas hoje não tenho o que escrever.

Botões
: Como assim? Não precisa ser nada profundo e divagante não, pode ser uma bobeirinha. Não precisa nem ser muito inteligente (como se normalmente fosse .. .humpf…).

Marcus
: Eu sei, eu sei, mas e que hoje não me vem nada.

Botões
: Fala do trabalho no grupo novo.

Marcus
: O trabalho está legal, ainda no começo, as acho que vai ser muito bom. Tem tudo a ver com o que eu gosto de fazer (profissionalmente).

Botões
: E o que você faz mesmo?

Marcus
: Eu trabalho com arquitetura de sistemas, desenhando soluções que atendam às necessidades do negócio. Eu também trabalho em desenho e melhoria de processos, além de…

Botões: Pára, pára, tá ficando muito chato o papo. Vamos mudar de assunto. Fala da garotada.
Marcus: A garotada está legal. Letícia essa semana foi no seu primeiro concerto de música sozinha (a mãe da amiga levou), um show da Demi Lovato. Ela já está (quase) “a adolescente”, com tudo de bom e desafiante que essa fase traz. O Vini está ótimo, curtindo o verão e fissurado em baseball. Por causa do MLB 2K9 ele sabe as escalação de todos os times do campeonato. Comprou um taco de madeira maciça (na liga infantil eles jogam com taco de metal oco) e está doido para estreá-lo. O Biel é o que cada dia tem uma novidade, seja uma palavra nova que ele aprendeu ou alguma brincadeira. Como o irmão tem o taco de madeira, tivemos que comprar para ele um de plástico, que ele carrega para cima e para baixo e até dorme com ele. Colocamos umas fotos deles aqui no blog…
Botões
: Legal… e os filmes? Tem visto muitos?
Marcus: Não muitos, vocês sabem que eu não tenho muito tempo livre… semana passada fui assistir “The Hangover”. Pena que fui com uma camisa polo, então só dois de vocês puderam assistir comigo, mas foi óitmo. Mas não dá para falar disso de novo, já coloquei um post sobre isso aqui no blog… Começou aqui semana passada também “I Love You Beth Cooper“, baseado no excelente livro (de mesmo nome) do Larry Doyle, sobre o qual eu já escrevi aqui. Mas esse eu acho que vou ter que ir ver sozinho, pois a Kelly não gostou do livro. E hoje vamos ver Harry Potter 6. A Letícia quer ir logo, parece até que o filme vai sair de cartaz semana que vem! Eu estou com as expectativas baixas, pois esse para mim não foi dos melhores livros. Semana retrasada levei a garotada para ver Transformers 2, o que é um filme médio, nota 5. O filme é meio bobo, e nas horas das lutas fica difícil de ver quem são os transformers “do bem” e os “do mal”. O melhor do filme é mesmo a Megan Fox. Super-extra-mega-plus linda ela… :-)
Botões: E na TV?
Marcus: Agora com as “férias” de LOST e The Office, o que vale memso são as séries da HBO. Sem elas não tem quase nada de novo na TV…
Botões: Que séries?
Marcus: Eu gosto de True Blood and Entourage. E começou uma nova agora, chamada Hung, que parece que vai ser legal também. E por falar em True Blood eu já estou terminando o quarto livro…
Botões: Livro? True Blood tem livro?
Marcus: Sim, True Blood é baseado numa série chamada Southern Vampire Mysteries, da Charlaine Harris. Eu estou terminado o quarto livro da série (que já tem 7 publicados), chamado Dead to the World. Imagina Twilight, só que proibido para menores, :-) ,  coloca uma dose boa de humor e uma estória legal no fundo. Essa é a série.
Botões: E o Mariners?
Marcus: Pô, o Mariners está surpreendendo! Depois da temporada do ano passado, eu achei que esse ano a gente ia ser saco de pancada de novo. Mas não, nada como uma “nova gerência” e novos jogadores chaves para fazer de um grupo perdedor, um time vencedor. Eles não estão em primeiro no campeonato (ainda), mas tem chance de chegar lá. Vamos ver…
Botões: Ufa! Tem certeza que não tem nada sobre o que escrever?
Marcus: Tô falando que não pô!
Botões: Ok então, quando tiver você escreve então.
Marcus: Pode deixar…

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Criatividade

abril 17, 2009

Excelente, repito, excelente palestra da Elizabeth Gilbert (a escritora de “Eat, Pray, Love”) na TED, sobre a genialidade e o processo criativo. Infelizmente, sem legendas em português.

Eu ainda não li Eat, Pray, Love, mas agora fiquei com vontade de ler…

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The Associate

março 25, 2009

No final de semana eu terminei de ler The Associate, o mais recente livro do John Grisham e o segundo desde que ele retomou a linha de escrever sobre advogados (The Appeal foi o primeiro).

The Associate conta a estória de Kyle McAvoy, um estudante brilhante e idealista, que é chantageado a trabalhar como espião emu ma grande empresa de advocacia em NY. A estória é muito bem montada e os primeiros capítulos constróem muito bem a trama, que tinha tudo para acabar em um dos melhores romances de Grisham. Só que de repente a estória acaba. A gente passa boa parte esperando um “climax” que não acontece.

Ao que me parece, alguma coisa, compromisso com a editora, outros tabalhos, seja o que for, fez com que o autor terminasse a estória, que até 80% do livro estava ótima, de uma forma meia-bomba, rapidinha, sem muita explicação e contexto.

Ainda não foi dessa vez que John Grisham se superou ou pelo menos voltou ao nível de The Partner (o seu melhor), The Firm (o segundo melhor) ou Time to Kill.  Mas mesmo assim é um bom passatempo. Não é um livro ótimo, mas é um livro razoável. Nota 6.

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Breaking Dawn

janeiro 29, 2009

Semana passada eu finalmente acabei de ler Breaking Dawn, o quarto e ultimo volume da série Twilight, que conta a estória do romance juvenil entre uma humana e um vampiro, e é o atual fenômeno literário-pop (e agora cinematográfico) no mundo (ou pelo menos aqui nos EUA).

Longe de ser um “Harry Potter”, a estória até que é divertidinha, mas eu confesso para vocês que eu teria feito melhor se tivesse parado no primeiro (a Kelly tem uma opinião diferente, vamos ver se ela escreve aqui o que ela acha). Mas vocês sabem, a curiosidade matou o gato, então eu tinha que saber como acabava a estória da Bella (a humana) com o Edward (o vampiro camarada) e li tudo até o final.

Se fosse para “rankear” os livros, eu diria que o melhor é o primeiro (Twilight), seguido do terceiro (Eclipse), o segundo (New Moon) e finalmente o quarto (Breaking Dawn), que apesar de contar o final da ”saga” é arrastado até dizer chega.

Se você curte cultura pop e não quer ficar de fora de dar suas opiniões sobre o “fenômeno”, leia os livros. Se a sua lista de “livros para ler” tem outros títulos na frente, não tenha pressa. Você não está perdendo grande coisa.

Os jovens vampiros de Twilight - Clique na imagem

Kristen Stweart, a Bella... literalmente

 

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Twilight

novembro 11, 2008

Acabei ontem de ler Twilight, o primeiro da série de 4 livros da escritora americana Stephenie Meyer contando a estória de Isabella (Bella) Swan e Edward Cullen, um casal na faixa de 17 anos que vive um amor impossível, pois Edward é, na verdade, um vampiro (sim, ao que parece estórias com vampiros vivendo pacificamente no meio de humanos está na moda atualmente).

O livro é um best seller mundial, já tendo vendido mais de 8 milhões de cópias só aqui nos EUA. Sendo esse sucesso todo, eu tinha que ler para poder emitir a minha opinião. :-)

E ele é realmente bom. Eu li rapidinho (menos de 1 semana) e já comecei o segundo da série: New Moon. Se você gostou da saga do Harry Potter, eu acho que  Twilight vai distrair você. A trama está longe de ser tão rica, curiosa e interessante como a do nosso bruxinho preferido, mas mesmo assim é uma estória é gostosinha de se ler, que de uma forma qualquer te prende até o final (sera que ela vai virar vampira também?!!).

Um fato interessante é que a estória se passa em uma cidadezinha de 3 mil habitantes chamada Forks, que fica 140 milhas daqui de Seattle (umas 4 horas de carro). Mas por que a autora escolheu essa cidade? Porque ela fica na Olympic Peninsula, a área de maior índice pluviométrico dos Estados Unidos. Na estória de Twilight, vampiros podem sair à luz do dia, mas o sol tem um efeito “indesejado” na pele deles. Sendo assim, Edward e sua família escolhem para viver a região do país em que menos se vê o céu azul, justamente a nossa aqui… :-)

A saga de Twilight é contada nos seguintes livros: Twilight, New Moon, Eclipse e Breakinf Dawn, todos já publicados.

Twilight também virou filme, que vai estrear dia 21/11 aqui nos EUA. Segue o trailer:

Fica aqui mais uma dica de livro.

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Michael Crichton

novembro 10, 2008

Semana passada, dia 4/11 para ser mais preciso, passou para a próxima dimensão um dos melhores escritores do século 20 (e 21) na minha opinião: Michael Crichton.

Michael Crichton era um cara genial. Se você não acredita em mim, leia Jurassic Park, que é muito melhor do que o filme que fizeram sobre ele, que já é ótimo. Além desse, eu li, adorei e recomendo: The Andromeda Strain (que virou filme e seriado), Linha do Tempo (também virou filme), State of Fear, Next e The Lost World (a continuação do Jurassic Park).

Além de escritor, Crichton era também produtor de TV, e é dele uma das minhas sérias favoritas: ER.

No site oficial dele tem uma entrevista de como ele se tornou o escritor que foi. Bons conselhos para quem pretende um dia escrever “de verdade”… :-)

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Aos Meus Amigos

outubro 15, 2008

Quando a tia Lenira esteve passando uma temporada aqui com a gente, passou na Globo (na época a gente assinava a Globo Internacional) uma mini-série chamada “Queridos Amigos”, baseado no livro “Aos Meus Amigos” da Maria Adelaide Amaral. Aí, quando fomos de férias ao Rio, ela me deu de presente o livro e ontem eu terminei de lê-lo. Ele não conta a mesma estória da mini-série e nem tem o mesmo número de personagens. Alguns personagens são diferentes, no livro e na TV, e alguns são exatamente iguais.

O livro é bem mais “denso” e interessante que a mini-série, apesar de mais lento. A mola mestra da estória é o reencontro (forçado) de um grupo de amigos que a vida separou. O motivo do reencontro é a morte de um deles.

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Quem na juventude teve o privilégio, como eu tive, de ter “amigos para sempre”, aqueles que o destino (esse gozador) acaba eventualmente afastando mas que não importa, todos os grandes amigos que vem depois não marcaram a sua história como eles marcaram, vai se identificar muito com a estória e o livro. Eu me identifiquei. Vale a leitura.

Que saudade daqueles amigos… :-(

PS: Sim, a foto do Fred Flintstone com o chapéu de búfalo d’água aí em cima tem um motivo.

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Ensaio Sobre a Cegueira

setembro 30, 2008
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Essa semana estréia aqui nos EUA Blindness, o filme dirigido pelo Fernando Meirelles (o mesmo de Cidade de Deus) baseado no livro Ensaio Sobre a Cegueira, do José Saramago.

O livro é muito, muito bom. Meio cansativo de se ler, mas muito bom. Quem ja leu algum livro do Saramago sabe do que eu estou falando (aliás, me explica aqui como um cara que desrespeita todas as regras de pontuação consegue ser Nobel de Literatura, hein? Se eu fizesse uma redação daquele jeito, mesmo com a qualidade do Saramago, teria passado no vestibular? :-) )

Anyway, digresso, o livro é excelente e se o filme for metade do que o liver é já vale o ingresso. Mas se isso ainda não for suficiente para te interessar, fique sabendo que além do (bom) diretor, o filme conta com o Mark Ruffalo e a Julianne Moore, que fazem o papel do médico e da mulher dele (aquela que na verdade era imune à misteriosa cegueira), além da Alice Braga (de Sin City e I Am Legend) e do Gael Garcia Bernal (Diários de Motocicleta e I Tu Mama Tambien).

Esse aqui é o site official do filme: clique aqui.

E toma aí o trailer:

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… e Livros

agosto 5, 2008

Eu já falei para vocês aqui do I Love You Beth Cooper, o livro que eu li na viagem de férias ao Brasil, um livro que conta uma estória bastante divertida sobre um graduando de High School e tudo o que acontece com ele depois que ele resolve declarar seu amor pela garota mais bonitinha da escola.

Mas o I Love You Beth Cooper é um livro “digestivo”, leve, uma estorinha legal que desperta boas gargalhadas, não é uma “novel”. O que não é o caso de World Without End, do Ken Follett, que eu estou acabando por esses dias (faltam umas 200 das 1100 páginas do livro). Esse sim é um livro “du carario”. Quem me conhece sabe que, na minha opinião, o melhor livro de todos os tempos é O Senhor dos Anéis. Pois para mim World Without End, e seu predecessor The Pillars of Earth, estão na mesma ordem de grandeza. Sentiu firmeza?

The Pillars of Earth tem como pano de fundo a construção de uma catedral na cidade inglesa de Kingsbridge por volta do ano 1100 DC. Naquela época, as únicas grandes obras de engenharia civil eram os castelos e as catedrais. E em volta deles é que cidades inteiras cresciam e se desenvolviam. E a construção de um prédio desses era trabalho de uma vida interia. O livro conta a estória de um grupo de pessoas envolvidas nessa empreitada e tem como personagens principais Jack (o arquiteto da catedral) e Aliena, uma filha da nobreza que se apaixona por ele.

Uns 300 anos e algumas gerações depois, um dos descendentes de Jack e Aliena é o jovem aprendiz de construtor Merthin, cujo sonho é construir “a maior torre da Inglaterra”. Aos 11 anos Merthin conhece Caris, a filha de um rico aldeão que sonha alto e quer ser um monte de coisas, entre elas médica, numa época em que mulheres não podiam ser quase nada (ou eram esposas ou eram freiras). Entre idas e vindas, altos e baixos, incluindo um segredo que põe em risco a coroa inglesa, a estória de amor de Merthin e Caris e de como os dois mudaram para sempre a cidade de Kingsbridge é contada em World Without End.

Se você gosta de estórias cheias de tramas, intrigas, aventuras e romance, faça o seguinte: leia The Pillars of Earth e depois World Without End. Você não precisa ler nessa ordem no entanto. E se você só tem tempo/saco para ler um deles, eu recomendo esse último.

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I Love You Beth Cooper

julho 15, 2008

I Love You Beth Cooper

Achei esse livro meio que sem querer na Borders que fica em frente ao prédio que a Kelly trabalha um pouco antes de sair de férias (ele não estava nem na estante de lançamentos nem da de best seller, mas na da compre 1 e leve o segundo por 50%). Depois de ler as orelhas e a primeira página do livro achei que valia e o comprei. E realmente valeu a pena. I Love You Beth Cooper foi um dos livros mais divertidos que eu li nos últimos tempos, daqueles da gente gargalhar sozinho.

O livro foi escrito por Larry Doyle, ex-escritor dos Simpsons, e conta a estória de Denis Cooverman, um típico geek, CDF e capitão do “time de debates” da escola, que é escolhido como orador na cerimônia de formatura da High School. Acontece que ao invés do típico discurso de formatura, chato e previsível, Denis confessa para todos presentes, alunos, pais e professores, seu amor por Beth Cooper, a chefe das líderes de torcida e a garota mais desejada da escola.

O que Denis não contava era que, um, Beth não reage tão mal ao seu discurso como ele esperava e dois, o namorado dela, um soldado brutamontes, está presente na cerimônia e não gostou nada, nada do que ouviu. A declaração de Denis desencadeia uma série de acontecimentos que duram até a manhã do dia seguinte, se transformando nos melhores momentos dos seus três anos de High School.

Vale muito a pena ler. Mas quem não é muito chegado na palavra escrita pode esperar o filme, que será lançado em 2009, já está sendo gravado e conta com a Hayden Panettiere (a Claire do Heroes) no papel de Beth Cooper.

I Love You Beth Cooper foi o primeiro livro que eu li nas férias. O segundo, World Without End, do Ken Follett, é a sequência do seu outro best seller, Os Pilares da Terra, e está ótimo. O livro é grande, mais de mil páginas, e eu estou lendo em todos os momentos que eu tenho. Assim que acabar eu coloco aqui a minha “crítica”. :-)

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Remember Me?

abril 9, 2008

Acabei de ler ontem (a Kelly dessa vez leu primeiro) o Remember Me?, o mais novo livro da Sophie Kinsella, a mesma que escreveu The Undomestic Godess (o primeiro que a gente leu) e toda a linha do “Shopaholic and…”.

A estória é meio na linha “mulherzinha”, mas a autora escreve tão bem e de forma tão agradável, que vale muito a pena ler.

Fica aqui a dica.

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