
“Do or do not… there is no try”
– Jedi Master Yoda



Clique na imagem
Os 17 leitores vem aqui sempre devem ter reparado o hiato de uma semana entre o últmo post e esse aqui, mas é que eu estive, ou melhor estou, meio enrolado no trabalho. Melhor dizendo, em um trabalho.
Trabalho esse complicado (não tanto intelectualmente, mas politicamente), longo, de influêcia (mas sem autoridade) e que provavelmente pede um nível salarial maior do que o meu. Mas a hora não é de reclamar, então a gente vai tocando o barco.
E como o trabalho é longo, tem horas que a gente tem que levantar e pegar um café, para dar uma esfriada na cabeça. No meu caso, além do café, eu vim escrever aqui no blog. E o que eu estou com vontade de falar hoje é sobre uma frase que eu li hoje num blog sobre gerenciamento de projetos que eu visito frequentemente:
“Estratégia sem tática é o mais lento caminho para a vitória. Tática sem estratégia é o barulho antes da derrota.”
— Sun Tzu
Eu falei aqui de planejamento no outro dia, mas vou voltar no tema porque… porque sim, porque me deu vontade.
E trabalhar sem um plano, é remar sem sair do lugar, de olhos fechados esperando chegar do outro lado do rio na hora certa, meio que por milagre. É espalhar água e gastar energia contando que o esforço vai compensar. Na ausência de ( vontade/capacidade/tempo de fazer) um plano, a gente se contenta com um cronograma, que só diz que, com o tamanho de remo que a gente tem, demora duas horas para chegar do outro lado. E só. Ele não mostra o caminho que a gente tem que fazer para desviar das pedras, não diz que senta na frente e quem senta atrás para balancear o peso, não diz o que tem que tem que ser feito à bordo, ou por quem. Não diz nada.
Mas a ordem é remar, pelo menos durante duas horas. Então o primeiro grande desafio é convencer o capitão do barco, em movimento, que o que ele tem é um cronograma, e não um plano. E convencer sutilmente, já que o capitão do braco é ele e não você e se ele resolver te tirar do barco, fudeu. O outro grande desafio é convencer os remadores que eles estão remando com um propósito, que a outra margem vai chegar e não estão gastando energia à toa, o que também não é fácil.
E isso antes das duas horas acabarem, pois se o braco afundar, afunda todo mundo. Os remadores vão colocar a culpa no comando, o capitão vai colocar a culpa nos remadores, mas no final afundou todo mundo.

Todo mundo faz planos. Pelo menos quando “plano” significa a intenção de fazer alguma coisa. “Eu estou planejando ir no shopping amanhã“, “Nós estamos planejando fazer uma viagem pela Ásia ano que vem”, “Eu estou planejando fazer meu MBA assim que puder”, etc. E isso é perfeitamente ok no contexto da maioria das coisas pequenas do nosso dia-a-dia. Mas isso não é realmente planejar.
Num contexto de um projeto, principalmente no mundo profissional, tem gente que acha que planejar é fazer um cronograma. E um cronograma tem que ser parte de qualquer plano, mas não pode ser “o plano”. Planejar é muito mais difícil do que fazer um cronograma, e um cronograma que não reflete um plano não serve para nada. E pouquíssima gente faz um plano.
Um plano te diz o que deve ser feito, como, quando, quais os riscos que se tem e como contorná-los, quais as pessoas envolvidas e, acima de tudo, o que “completo com sucesso” significa. Um cronograma te diz, mais ou menos, o tempo que vai levar para fazer o que tem que ser feito.
Quem é versado no PMI sabe que primeiro a gente define o que se vai fazer (o escopo do trabalho), quebrando ele em unidades de trabalho, depois estima uma duração para cada unidade (e isso é só no que o PMI chama de “gerência de escopo”), e por último dá sequência à elas. E é aí que entra o cronograma, como uma ferramenta de ajuda à “gerência de tempo”. Mas ainda na fase de “Planejamento”, você ainda tem que planejar recursos, riscos, qualidade, etc.
Então eu acho que, seja na sua vida pessoal, seja na sua vida profissional, se você resolver embarcar num “projeto”, uma boa idéia é fazer planos, não (só) cronogramas…
“Um objetivo sem um plano é apenas um desejo”
– Antoine de Saint-Exupery
“Em uma Guerra, planos são normalmente inúteis, mas Planejamento é indispensável”
– Dwight Eisenhower


“Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado”
– Karl Marx, O Capital, 1867
E não é de hoje…

![]()
É o nome do blog que o meu irmão, que é colecionador de citações, criou.
Dá uma passada lá e confere: clique aqui.


“We are the makers of music, and we are the dreamers of dreams”
- Willy Wonka, ‘Charlie and the Chocolate Factory’

Hoje fazem 15 anos que a curva Tamburello levou a melhor sobre o melhor piloto que já existiu: Ayrton Senna.
Eu tive o prazer de ler um ótima biografia dele, essa aqui, que eu recomendo muito. Senna é O meu ídolo, o meu maior ídolo, não só porque ele foi o melhor piloto da história, mas porque ele era um exemplo a ser seguido em muitas dimensões da Vida. Senna era um exemplo de profissional, um exemplo de obstinação, um exemplo de coragem, um exemplo de garra, um exemplo de disciplina e por aí vai. Como o autor de sua biografia fala, Senna era um gênio dentro E for a das pistas. E eu chorei feito criança há 15 anos atrás (porra, eu esotu chorando agora, escrevendo isso aqui e vendo esses videos).
Eu tenho na minha sala esse quadro aí embaixo pendurado na parede. Ele serve para eu me espelhar, para eu me lembrar do profissional que eu quero ser um dia. Senna é a minha inspiração.

Sabe por que hoje não tem mais graça ver Fórmula 1? Porque NUNCA MAIS a gente vai ver isso aqui:
Ou isso aqui:
Como a Tina Turner canta no primeiro video, Senna era SIMPLESMENTE O MELHOR.
“Meu maior erro? É o que eu ainda vou cometer.”
– Ayrton Senna
“Chegar em Segundo é ser o primeiro entre os que perderam”
– Ayrton Senna


Ontem eu assisti MILK, um filme fantástico, muito bem feito, com uma estória muito bem contada e a interpretação excelente do Sean Penn (que inclusive lhe rendeu o Oscar de melhor ator esse ano).
Mas se isso não fosse suficiente para garantir à quem assiste duas horas de boa diversão, o filme também tem uma “mensagem”. E filmes bem feitos e com mensagem são ainda melhores (como uma cobertura de chocolate num sorvete). E a mensagem de MILK é que, não importa quem se é, como se é, ou do que se gosta (sexualmente falando, no caso do filme), todo mundo é igual, com os mesmos direitos e os mesmos deveres. E esse é o certo.
O filme conta a trajetória de Harvey Milk (o personagem do Sean Penn), o primeiro político declaradamente gay a ganhar uma eleição nos EUA, e fala da luta da comunidade gay no país, durante os anos 70. E o ponto central da estória é a briga do Milk contra uma lei que permitiria a demissão sumária de professores (das escolas públicas) que fossem gays ou simpatizantes ao movimento.
Mas essa estória é antiga e antes dos gays foram os negros, e antes dos negros o judeus e por aí vai (há quase 2 mil anos eram os cristãos que eram oprimidos lembra? Daniel na cova dos leões tal…). Sempre na história da humanidade teve uma minoria sendo oprimida. Oprimida por uma casta que se acha “melhor” do que esta dita minoria, e se entitula representante oficial da lei de Deus e dos homens. E o “Quem você acha que é, gay, para querer casar com alguém do mesmo sexo?” é igualzinho ao “Quem você acha que é, negro, para usar o mesmo banheiro que eu ou para colocar o seu filho na mesma escola que o meu?”. A mesma merda.
Se você ainda não o fez, assista MILK. Muito, muito bom. Melhor, na minha opinião, do que o Slamdog Millionaire, que acabou ganhando o Oscar de melhor filme (um bom filme também).
“If a bullet should enter my brain, let the bullet destroy every closet door.” – Harvey Milk


Barack Obama revogou hoje a proibição (de financiamento público) às pesquisas de células tronco aqui nos EUA, que fora instituída pelo Bush filho. Clique aqui para ler a notícia na MSNBC.
Ao contrário do que se pode pensar, pesquisa com células tronco não tem a ver com clonagem ou asassinato em massa de embriões e fetos. Isso é uma percepção errada. No entanto, essas pesquisas são fundamentais para que a medicina avance na cura de doenças como diabetes e Parkinson, entre outras tantas outras de caráter genético. E isto é evolução.
Mandou bem, Obama!
“Milagres não acontecem por acidente”, Barack Obama


“Nesta vida, pode-se aprender três coisas de uma criança: estar sempre alegre, nunca ficar inativo e chorar com força por tudo o que se quer.”
– Paulo Leminski


Em tempos de instabilidade financeira…
“Todo mundo está deprimido, bebendo e não trabalhando. Logo, é um grande momento para se ser empreendedor”
– Jason Calacanis, nessa entrevista aqui.

“Inovar para combater a mediocridade”
por Roldo Goi Júnior
Artigo publicado no caderno Empresas de O Estado de S. Paulo - 19/8/1994
No ambiente de trabalho, assim como na vida comum, a mediocridade é maioria: a maior parte das pessoas não arrisca, não inova, não se compromete, se preocupa o tempo todo em armar-se em sua própria defesa, e nunca se expõe. Passa o tempo atirando pedras sobre aquelas que inovam, que arriscam, que se expõem. Para sorte dos medíocres, os inovadores correm riscos. Às vezes esses riscos se transformam em perda, os inovadores se vão, e os medíocres ficam.
A mediocridade é, também, muito conveniente: não questiona, não ameaça, não põe à prova. Convive facilmente com qualquer situação, e participa de qualquer jogo de poder. Por isso, as pessoas ficam. E ficam também porque sabem que, se forem embora, não vão mais conseguir uma situação semelhante.
A mediocridade está presente em todos os níveis de cada sociedade ou organização. Mantém presença intensa mesmo onde a criatividade e a inovação são elementos básicos, como, por exemplo, nas artes.
Na verdade, ser medíocre é o mais fácil. Como o mato, que cresce onde nada mais nobre foi plantado. E, uma vez crescido, impede o nascimento de qualquer outra coisa. Precisa ser removido por um trabalho externo, para dar lugar a plantação mais produtiva. Com as pessoas não é diferente, mas esse trabalho externo, de remoção, é muito penoso, combatido, porque a mediocridade, ao contrário do mato, reage. E reage a seu modo, trançando teias de amarração por debaixo do pano, minando as ações, lançando pequenas armadilhas, criando obstáculos, e tudo muito nebuloso, pardacento, para que não tenha que ser assumido. E acaba dando certo, porque é pouco freqüente que haja vontade política suficiente para fazer essas remoções a qualquer custo. Eis porque a mediocridade vence. Não é uma vitória justa, bonita. Mas é real, na prática.
Percorra-se todas as empresas comerciais, de serviços, industriais, artísticas etc., e na grande maioria se vai encontrar a mesma situação: a mediocridade implantada, entrincheirada, e histórias sobre profissionais que tentaram isso ou aquilo, e passaram.
E não faltará um sorriso irônico na boca de um ou outro medíocre, como a dizer “nós é que sabemos o que é bom ou ruim para esta empresa”. São esses que iniciam a imediata destruição de tudo o que os inovadores fizeram, tão logo conseguem afastá-los de seus territórios. As exceções são empresas em que a inovação encontrou espaço próprio, domesticou a mediocridade, e a utiliza onde não pode ser daninha. Essas empresas são, invariavelmente, bem-sucedidas, e se caracterizam também por não fazer alarde disso.
Medíocres e inovadores são como água e azeite: nunca se misturam. Mas, diferentemente desses dois elementos, não se ignoram: os inovadores se obrigam a sempre incluir a preocupação com os atos dos medíocres em seus planos de ação, e os medíocres estão sempre atentos aos passos dos inovadores para encontrar a chance de colocar cascas de bananas no caminho. Medíocres se aliam a medíocres, e inovadores a inovadores. As ligações dos medíocres, entretanto, são mais perigosas, porque são baseadas em ameaças veladas, do tipo “fica comigo porque senão jogo cascas no seu caminho também”. Para um medíocre, uma casca representa um risco maior do que para um inovador, porque não tem energia para se levantar e prosseguir sem dano moral.
O preço que o medíocre paga é nunca se destacar positivamente. Isso não chega a ser um problema, porque o medíocre não quer ser destaque. Ao contrário, quanto menos notado, melhor. Às vezes, acontece o acidente inverso: o medíocre é pilhado sendo medíocre onde seria necessário inovar. Aí é um vexame, mas acontece pouco e não chega a afetar a maioria.
Não há nenhuma categoria intermediária entre inovadores e medíocres: ou se é inovador, ou se é medíocre. Dentro desses dois grupos existe a divisão em grupos com diferentes graus de honestidade, energia, carisma, inteligência etc., mas permanecem as atitudes básicas.
Não é só em nosso país que existe essa realidade, mas também no dito Primeiro Mundo. Variam as razões de disputa, e os cacifes dos envolvidos, mas as situações se repetem. E, como somos dependentes econômicos de um sem-número de multinacionais, importamos mediocridade também. Recebemos dirigentes, funcionários e decisões tão medíocres que levamos algum tempo para acreditar que é aquilo mesmo, e que não há nada mais a entender.
Qual o destino dos inovadores?
Em geral, num primeiro momento, a marginalidade profissional. Depois, os que tiverem sorte acabam encontrando um nicho de trabalho onde a mediocridade está controlada. Outros, com tenacidade, iniciam nichos desse tipo. O restante permanece na marginalidade, ou se bandeia para atuar disfarçado dentro da mediocridade. Essa realidade é perversa, mas é realidade, e é necessário conviver com ela. Inovadores do mundo, uni-vos! Os medíocres não sabem, mas já estão automaticamente unidos pela própria mediocridade. Cabe aos inovadores realizar esforços para mudar essa condição. Este artigo irá provavelmente trazer algum estímulo aos inovadores. Quanto aos medíocres, não irão se ver neste espelho. Mais ainda, irão considerar o artigo vago e inconsistente: “Não sei do que o autor está falando”.


Don't think, be afraid, shut up and be happy...
NARCISSUS: A republican is a man who strives to create equality among all classes. At the core he’s a man who believes in doing what’s right.
(um republicano é um homem que luta para criar igualdade entre todas as classes. No fundo, ele é um cara que acredita estar fazendo a coisa certa)
GAIUS: The trouble is defining exactly what ‘right’ is.
(O problema é definer o que “certo” signinfica)
NARCISSUS: We all know what right is, Senator.
(Todos nósa sabemos o que e certo, senador)
COMMODUS: I would say there’s nothing more dangerous than a man who knows what ‘right’ is.
(Eu diria que não existe nada mais perigoso do que o homem que sabe o que “certo” é)
NARCISSUS: The dangerous man, Caesar, is the man who doesn’t care.
(O homem perigoso, César, é aquele que não liga)
-David Franzoni, “Gladiator” (o filme)

Hoje eu li uma frase legal, de extremo alto impacto, pelo menos para mim: “A gente vive a vida que sabe viver”.
Assumindo que isso é verdade, e que todo mundo faz o melhor que pode, a gente não tem como julgar ninguém, tem? A gente acaba julgando assim mesmo, eu sei, mas que não temos esse direito não temos…
O flip side disso, afinal de contas toda moeda tem dois lados, é que essa pode virar a desculpa padrão…


Eu não me acho um cara “do contra”, aqueles que só de implicância querem o contrário do que todo mundo. Pelo menos não conscientemente. Mas de uma forma ou de outra, quando a coisa é votar (ou escolher), eu sempre estou do lado que tem menos votos.
Na política sempre foi assim. O único cargo executivo para o qual eu consegui eleger alguém foi quando o Lula ganhou em 2002 e eu votei nele – não me arrependo desse voto porque a alternative era o Serra, mas também não posso dizer que me orgulho dele. Fora isso, eu sempre votei em quem perde. Mas, como disse o Darcy Ribeiro, nesse caso, eu “detestaria estar do lado dos que venceram”.
Corta.
Aqui nos EUA tem um programa de televisão, na verdade o programa de maior audiência da televisão, que chama American Idol, e que seria equivalente ao Fama, que a Globo teve no passado, só que multiplicado por uns 50. O show vai de Janeiro à Maio e, no American Idol, quem fica entre os top 5-7 tem um futuro promissor no “showbiz”. Eu não gosto muito do American Idol, mas a Kelly e a Letícia são fissuradas no programa e não perdem um único show (que passa às terças, os caras cantam, e às quartas, o eliminado da semana sai). Então como eu e o Vini “temos que assistir”
, eu acabo tendo os meus favoritos, claro. Até a tia Lenira, que não entende o idioma, acompanha o programa e tem seu cantor favorito.
Corta de novo.
Esse ano, um dos concorrentes é um garoto de 17 anos chamado David Archuleta, carinha de babaca, sem personalidade nenhuma, uma mala, que até canta dieitinho mas que, para mim, não tem carisma nenhum. Acontece que o moleque é o preferido da opinião pública juvenil, inclusive da opinião pública juvenile lá de casa: a Letícia. E para mim ele tinha que ficar em último!

O Vinicius e a Kelly gostam do David Cook, que faz o tipo rockeiro.

E a tia Lenira gosta do Jason Castro.

A minha cantora preferida é a Carly Smithson, embora, em matéira de personalidade, a melhor de todos para mim seja a Brooke White.


E ontem a Carly foi voted off, ou seja, eliminada quando, dos 24 que começam o programa, só restavam seis. E o malinha ficou, pelo menos por mais uma semana e, ao que tudo indica, vai ficar até a final. Como dizia o Churchill, “a democracia é o pior tipo de governo, tirando-se todos os outros”.
Alugém pode argumentar que o público alvo do show é mais juvenil e logo, candidatos como ele tem mais chance. Mas mesmo assim, de volta ao meu ponto original, eu normalmente voto em quem perde. O que isso significa? Eu sei lá… provavelmente nada… nem sim, nem não e muito pelo contrário… Mas para que serve um blog se a gente não pode divagar nele, não é?

A gente não vê por aí muitas mulheres engraçadas. Eu não estou dizendo que não existe mulher engraçada, estou dizendo que a gente vê, no “showbiz”, mais homem engraçado do que mulher engraçada. Talvez porque para ser engraçado de verdade você tem que ter um pouco de desprendimento e descompostura, a falta de vergonha do ridículo e até uma certa capacidade de se auto-sacanear, que não combina com o papel que a nossa sociedade (ainda um pouco machista) ensinou que as mulheres tem que ter. Isso está mudando, eu sei.
Mas a boa notícia é que sim, apesar de a gente não ver muito, existem mulheres engraçadas por aí. E um bom exemplo dessa classe é a Sarah Silverman. Ela é uma comediante americana, que tem um show de TV no Comedy Central, e suas piadas passam longe do politicamente correto. Muito longe. Mas assim mesmo são muito inteligentes. E ela é muito, muito engraçada, pelo menos para mim
Os três videos abaixo (em Inglês) dão uma palhinha do talento dela. No primeiro, ela faz uma brincadeira com o namorado, Jimmy Kimmel (aprensentador de um talk show e também um cara super engraçado) e um amigo em comum deles, o ator Matt Damon.
O segundo é o act dela no Comic Relief, um programa feito por comediantes para angariar fundos para as vítimas do Katrina em New Orleans.
E o terceiro é uma sacaneada que ela dá na Paris Hilton durante o VMA.
Como dizia o Henfil, “O humor que vale para mim é aquele que dá um soco no fígado de quem oprime“.


“Morrer é apenas não ser visto. Morrer é a curva da estrada”.
– Fernando Pessoa
Boa viagem, tia Landa.