O outro seriado novo que a gente virou fã, e esse é imperdível, é Modern Family.
Modern Family (ABC) é uma comédia com C maiúsculo, de você gargalhar de doer a barriga. Com excelente roteiro, os episódios contam a estória de uma família com três núcleos familiares:
Jay é um sessentão, casado pela segunda vez, com uma mulher bonita e muito mais jovem, e que por conta disso ganha um enteado de 12 anos. Ele é um cara bonachão, o típico macho man, mas no fundo é super gente boa.
Jay tem dois filhos: Claire e Mitchel.
Claire é casada com Phil e eles têm 3 crianças. São a típica família de classe média de suburbio americana. O Phil para mim é um dos mais engraçados do seriado.
Eu, como provavelmente todo pai de família na casa dos 40, me identifico com as desventuras dele. E a Claire do seriado lembra muito a Claire lá de casa também.
Já Mitchel é um advogado de sucesso, assumidamente gay, que vive maritalmente com seu parceiro Cameron (um gordinho muito figura) e juntos eles adotaram uma bebê, a Lily. Mitchel é tímido e reservado. Já Cameron é a autenticidade em pessoa, ele não está nem aí para o que os outros pensam dele. Junto com o Phil, Cameron é que garante a maioria das gargalhadas.
Colocando todo mundo junto, essa famíla “moderna” é muito interessante. A comédia está sempre presente, mas em alto nível, normalmente tratando de temas sérios e com uma mensagem positive. No outro dia o Jay dizia que já era pai há um tempão e até hoje ainda estava aprendendo a ser pai. Segundo ele, “90% de ser pai é só estar ali, sempre presente”.
Eu já falei aqui no blog do Flash Forwarde do V, os dois seriados de ficção científica que começaram esse ano na ABC, e que vem fazer companhia ao LOST e a Fringe. Mas esses não são os dois únicos dos novos que entraram para agenda de gravação do DVR lá de casa. Um deles é o Glee.
Glee (da FOX) é uma comédia musical, que conta a estória de um professor de História que monta um grupo de canto e dança numa High School em Utah. A trama é de filme de Sessão da Tarde, simples – tem o quarterback do time de futebol, tem a cheerleader, a CDF que parece feia mas embaixo do óculos é gatinha, tem o gay meio enrustido – mas os arranjos das músicas e as performances são bem legais. Glee é o seriadozinho perfeito para aquele dia cansativo que você quer sentar na frente da TV e não ter que pensar muito.
Um pouquinho de Glee (por razões de copyright o YouTube não tem os clips originais do programa, que pode ser vistos no site da Fox: aqui, por isso a baixa qualidade de alguns dos videos abaixo):
Depois de uma sumida – trabalho, mais feriado, mais uma certa falta de assunto – dei uma passada aqui para falar das únicas coisas que a gente tem tido oportunidade para fazer durantes as (poucas) horas livres – tv e cinema. E olha que até o início de janeiro a gente está de “férias” nos esportes da garotada.
Semana passada fomos assistir a New Moon, o segundo filme da série Twilight. Eu já tinha falado aqui que gostei pouco dos livros. Gostei do primeiro, achei o segundo meio chato, o terceiro agradável e o quarto quase impossível de acabar (mas li até o final para saber como e quando a Bella ia virar vampirinha). Já com os filmes minha análise é diferente: o primeiro foi bem bobinho, acho que só agardou mesmo ao público juvenil (ao qual ele dedica, diga-se de passagem), mas o segundo é até bem legalzinho e divertido. A produção (leia-se os efeitos especiais) são bem melhores, o roteiro é mais interessante (ou menos chato) e tem mais ação (a parte dos Volturi é bem legal).
Destaque para a Dakota Fanning (foto abaixo) no papel de Jane (tudo a ver!) e é claro para a Kristen Stweart, cuja beleza “simples” encanta qualquer vampiro, lobisomem ou humano mesmo.
Clique na imagem
Dia 18 estréia Avatar, dirigido pelo James Cameron (o mesmo de Titanic, Terminator e Aliens) e parece que vai ser muito legal. O Vini quer ir ver (e eu também… ).
Estreiou semana passada aqui nos EUAV, a mais nova série de ficção científica da ABC, que junto com FalshForward, pretende manter os fãs do gênero, depois que LOST acabar em maio do ano que vem.
O seriado é um remake de “V A Batalha Final” , uma mini-série que foi ao ar em 1984, inclusive no Brasil, e conta a estória da chegada à Terra de uma civilizaçào de extra-terrestres, que passam a ser conhecidos como “os Visitantes”, ou simplesmente ” os V”. Eles chegam com mensagens de paz e oferencedo ajuda ao povo da Terra em várias áreas da ciência, mas o que se descobre e que a agenda dos ETs não é nada boa.
V é estrelado pela Elizabeth Mitchel, a Juliet de LOST, e tem entre os artistas principais, na verdade Anna, a líder dos Vs, uma atriz brasileira (mas que foi criada em NY), Morena Baccarin.
O primeiro episódio foi muito bom mesmo e já programamos o DVR lá em casa para gravar V toda semana.
De todos os seriados novos que estreiaram esse ano aqui nos EUA, o que eu achei mais legal foi FlashForward, cujo primeiro episódio foi ao ar quinta-feira passada.
Imagina que, um certo dia, toda a população da Terra desmaia, apaga, dorme, por exatos 2 minutos e 17 segundos. Durante esse tempo, eles tem uma visão de si mesmos, 6 meses no futuro. Tem gente que gostou do que viu, tem gente que não gstou nada do que viu e tem gente que não viu nada. Essa é a estória de FlashForward. O porquê aconteceu, como aconteceu e se o que eles viram vai mesmo virar verdade, isso é o que a gente vai descobrir assistindo.
Entres os personagens princiapais estão um detetive do FBI e sua mulher, uma médica cirurgiã interpretada pela Sonia Walger (a Penny, mulher do Desmond em LOST). Outro ator de LOST que também está no seriado é o Dominic Monaghan, que fazia o Charlie. Ele não está no primeiro episódio, mas aparece na cenas dos próximos capítulos.
Aliás, estão dizendo que FlashForward vai ser a tentativa da ABC de emplacar uma outra série de ficção científica para substituir LOST, que acaba em Maio do ano que vem. Se isso é verdade, os caras tem uma missão, muito, mas muito, mas muito (e repete “mas muito” umas 10 vezes) difícil.
Se o seriado vai ser tão bom assim ainda é cedo para dizer, mas que o primeiro episódio foi excelente, isso foi.
O Black Eyed Peas, o grupo da Fergie, fez 21 mil pessoas (tipo umas 5 escolas de samba juntas) dançarem a mesma coreografia na música “I Gotta a Feeling”. O show foi na Michigan Avenue, em Chicago, em na festa de abertura da nova temporada do programa da Oprah.
No final, a apresentadora disse que tinha sido “a coisa mais legal que ela já viu”. É óbvio que ela nunca viu um desfile da Mangueira ou da Viradouro, mas a Oprah não deixa de ter uma certa razão. Foi muito legal mesmo.
Com o reinício das temporadas da maioria das series de TV Americana, hoje é a vez, pelo menos na minha modesta opinião, da segunda melhor de todas elas, The Office, e da terceira melhor de todas elas, Fringe.
A nova temporada do The Office, a sexta da série, começa com a notícia da gravidez da Pam e com os novos estagiários.
Já em Fringe, que vale lembrar que é do JJ Abrams (de LOST), a segunda temporada é sobre realidades alternativas… muito legal!
Aliás, as quintas-feiras vão ser um desafio para o DVR lá em casa, pois a partir de semana que vem tem: The Office (NBC), Parks & Recreation (NBC), Fringe (FOX), Grey’s Anatomy (ABC) e Private Practice (ABC). Tudo ao mesmo tempo agora.
Semana passada eu assisti a District 9, filme de Niel Blomkamp produzido pelo Peter Jackson (o que escreveu, dirigiu e produziu a trilogia Senhor dos Anéis na telona), que é uma novidade, um filme de ficção científica diferente da maioria dos outros filmes desse gênero que apareceram nos últimos anos.
O filme conta uma estória em que uma nave extra-terrestre engiça (isso mesmo, enguiça) na Terra no final dos anos 80, bem em cima da cidade de Joanesburgo, na África do Sul. Depois de alguns meses sem nenhum sinal ou comunicação, o exército sul-africano resolve ir conferir a nave e descobre milhares e milhares de ETs dentro dela. Sem saber o que fazer com essa galera toda, o jeito é colocá-los em um “acampamento temporário” na periferia da cidade. Mas 20 anos se passam e o acampamento vira uma grande favela, meio que um campo de concentração. As condições de vida em District 9 são horríveis. Por outro lado, a população humana não quer contato com os ETs. É um novo Apartheid.
O bicho pega quando um funcionário da multi-nacional criada para lidar com os ETs entra em District 9 para avisar ao seus moradores que eles serão transferidos para um novo local, District 10. As coisas não saem como esperado e esse humano vai começar a ver o outro lado da moeda.
Muito bom filme. Vale o ingresso.
Mas o segundo filme que eu vi semana passada, Inglorious Basterds, o mais novo filme do Quentin Tarantino, foi melhor. Com os filmes do Tarantino não são meio termo. Normalmente ou se adora ou se odeia o jeito dele de fazer filmes. Eu adoro, e Pupl Fiction é um dos melhores filmes que eu já vi. Mas eu concordo que nem todos são do mesmo nível. Mas Inglorious Basterds é um dos melhores dele. Tirando Pulp Fiction, eu acho que foi o melhor que eu vi.
O filme conta a estória de um grupo de 8 americanos judeus que atua na França durante a ocupação nazista a esse país. Eles são um grupo “especial”, sem muito vínculo formal com o exército, e cujo objetivo simplesmente é de matar a maior quantidade de nazistas possível. E a eficiência deles, e os seus métodos selvagens, acabam chamando a atenção do próprio Hitler.
Inglorious Basterds tem uma quantidade grande de violência, meio que uma marca registrada do Tarantino, mas também uma boa dose de humor, principalmente no personagem do Brad Pitt. Nota 9, uma excelente diversão.
Se você é dos que curtem filmes a lá Tarantino, gosta de filmes com muita ação, tiro e desturição tipo Duro de Matar, e não tem convicções religiosas tão profundas que o impeçam de de abstrair do ponto de partida da estória (afinal de contas é de mentirinha), eu acho que Legion vai ser uma boa distração para você.
Imagina que Deus cansou da humanidade e de todas as oportunidades que a gente teve de se redimir e ser uma raça decente. Ele então manda sua legião de anjos aqui para baixo para acabar com tudo e com todos. Apagar tudo. Começar de novo.
Acontece que um dos principais anjos, o Miguel, está do nosso lado e contra os planos do “chefe”. Armado até os dentes, Miguel resolve lutar contra o seu próprio exército, protegendo uma jovem, supostamente grávida do “novo messias”. Como em todo filme americano, seja anjo ou ET, todo ser de fora desse planeta “aterrisa” primeiro nos EUA, e é claro que a jovem grávida é americana e trabalha numa lanchonete no meio do deserto, palco da batalha final do suposto “Apocalipse”. Você há de convir que pelo menos criativo o roteiro é. Nada de extra-terrestres, terroristas ou, o que está muito na moda, vampiros.
O filme ainda tem gente famosa no elenco, como o Dennis Quaid e a Kate Walsh (a Dr. Montgomery do Grey’s Anatomy e Private Practice). Segue o trailer:
Não, não vai concorrer ao Oscar, ou muito menos vai entrar na lista dos melhores que eu vi. O trailer não entrega muito e o filme pode acabar sendo uma bomba, mas eu acho que vai ser daqueles que, se não valem o ingresso do cinema, valem a viagem à locadora para assisti-lo num sábado de noite (depois que a garotada foi dormir, é claro).
Ontem eu fui assistir a (500) Days of Summer no cinema e posso dizer que foi o melhor filme que eu assisti esse ano na telona (eu não vou muito ao cinema, eu sei…). Não é tão engraçado quanto, mas é mais legal do que Hangover, na minha opinião. Um filme independente (não feito por nenhum dos grandes estúdios), 500 Days é como Juno (outro excelente filme), não tem nada de mais (no que se refere à produção), mas tem tudo o que um filme bom precisa: é muito bem escrito, tem bons atores que fazem muito bem o seu papel, e diverte.
No comecinho do filme, o narrador avisa: “esse é um filme do tipo rapaz-encontra-moça, mas esse não é um romance”. E 500 Days… é com certeza uma comédia romântica diferente da grande maioria das outras que a gente vê no cinema. É uma estória de amor contada de forma engraçada, interessante (o filme vai e volta no tempo) e, no entanto, realista.
Tom (Joseph Gordon-Levitt) é um arquiteto introspectivo e inseguro, que trabalha como escritor em uma empresa de cartões (greeting cards). Summer, que tem a beleza simples mas encantadora da sua intérprete, Zooey Deschanel (ela me lembra aquele verso do Vinicius de Morais “em ti bendigo o amor das coisas simples”), começa a trabalhar na mesma empresa e os dois começam um caso. Ela é misteriosa e inaccessível, mas ao mesmo tempo diz que gosta de estar com Tom. E o filme conta 500 dias de alegrias e tristezas que esse romance traz para o romântico Tom. E o final não deixa nada a desejar.
E para quem, como eu, gosta de TV, saiu hoje a lista dos indicados para o Emmy 2009, e os meus seriados preferidos estão lá.
Seguem as categorias relevantes (pelo menos para mim), com o meu voto em cada categoria em negrito e quem eu acho que vá ganhar em itálico:
Melhor Série – Comédia “Entourage” (2004)
“Family Guy” (1999)
“The Flight of the Conchords” (2007)
“How I Met Your Mother” (2005) “The Office” (2005) “30 Rock” (2006)
“Weeds” (2005)
Melhor Série – Drama
“Big Love” (2006)
“Breaking Bad” (2008)
“Damages” (2007)
“Dexter” (2006) “House M.D.” (2004) “Lost” (2004) “Mad Men” (2007)
Melhor Ator – Comédia
Alec Baldwin for “30 Rock” (2006) Steve Carell for “The Office” (2005) Jemaine Clement for “The Flight of the Conchords” (2007)
Jim Parsons for “The Big Bang Theory” (2007)
Tony Shalhoub for “Monk” (2002)
Charlie Sheen for “Two and a Half Men” (2003)
Melhor Ator – Drama
Simon Baker for “The Mentalist” (2008) Gabriel Byrne for “In Treatment” (2008) Bryan Cranston for “Breaking Bad” (2008)
Michael C. Hall for “Dexter” (2006)
Jon Hamm for “Mad Men” (2007) Hugh Laurie for “House M.D.” (2004)
Melhor Atriz – Comédia Christina Applegate for “Samantha Who?” (2007)
Toni Collette for “United States of Tara” (2009)
Tina Fey for “30 Rock” (2006)
Julia Louis-Dreyfus for “The New Adventures of Old Christine” (2006) Mary-Louise Parker for “Weeds” (2005)
Sarah Silverman for “The Sarah Silverman Program.” (2007)
Melhor Atriz – Drama Glenn Close for “Damages” (2007) Sally Field for “Brothers & Sisters” (2006) Mariska Hargitay for “Law & Order: Special Victims Unit” (1999)
Holly Hunter for “Saving Grace” (2007)
Elisabeth Moss for “Mad Men” (2007)
Kyra Sedgwick for “The Closer” (2005)
Melhor Ator Coadjuvante– Comédia Jon Cryer for “Two and a Half Men” (2003)
Kevin Dillon for “Entourage” (2004)
Neil Patrick Harris for “How I Met Your Mother” (2005)
Jack McBrayer for “30 Rock” (2006)
Tracy Morgan for “30 Rock” (2006) Rainn Wilson for “The Office” (2005)
Melhor Ator Coadjuvante– Drama
Christian Clemenson for “Boston Legal” (2004) Michael Emerson for “Lost” (2004) William Hurt for “Damages” (2007)
Aaron Paul for “Breaking Bad” (2008)
William Shatner for “Boston Legal” (2004)
John Slattery for “Mad Men” (2007)
Melhor Atriz Coadjuvante – Comédia Kristin Chenoweth for “Pushing Daisies” (2007)
Jane Krakowski for “30 Rock” (2006) Elizabeth Perkins for “Weeds” (2005) Amy Poehler for “Saturday Night Live” (1975)
Kristen Wiig for “Saturday Night Live” (1975)
Vanessa Williams for “Ugly Betty” (2006)
Melhor Atriz Coadjuvante – Drama Rose Byrne for “Damages” (2007)
Hope Davis for “In Treatment” (2008)
Cherry Jones for “24″ (2001)
Sandra Oh for “Grey’s Anatomy” (2005)
Dianne Wiest for “In Treatment” (2008) Chandra Wilson for “Grey’s Anatomy” (2005)
Melhor Show de Variedades The Colbert Report” (2005)
“The Daily Show” (1996)
“Late Show with David Letterman” (1993) “Real Time with Bill Maher” (2003) “Saturday Night Live” (1975)
Botões: E aí, não vai postar nada? Fica um tempão sem escrever e depois que volta fica assim, devagar quase parando?
Marcus: Não, mas hoje não tenho o que escrever.
Botões: Como assim? Não precisa ser nada profundo e divagante não, pode ser uma bobeirinha. Não precisa nem ser muito inteligente (como se normalmente fosse .. .humpf…).
Marcus: Eu sei, eu sei, mas e que hoje não me vem nada.
Botões: Fala do trabalho no grupo novo.
Marcus: O trabalho está legal, ainda no começo, as acho que vai ser muito bom. Tem tudo a ver com o que eu gosto de fazer (profissionalmente).
Botões: E o que você faz mesmo?
Marcus: Eu trabalho com arquitetura de sistemas, desenhando soluções que atendam às necessidades do negócio. Eu também trabalho em desenho e melhoria de processos, além de… Botões: Pára, pára, tá ficando muito chato o papo. Vamos mudar de assunto. Fala da garotada. Marcus: A garotada está legal. Letícia essa semana foi no seu primeiro concerto de música sozinha (a mãe da amiga levou), um show da Demi Lovato. Ela já está (quase) “a adolescente”, com tudo de bom e desafiante que essa fase traz. O Vini está ótimo, curtindo o verão e fissurado em baseball. Por causa do MLB 2K9 ele sabe as escalação de todos os times do campeonato. Comprou um taco de madeira maciça (na liga infantil eles jogam com taco de metal oco) e está doido para estreá-lo. O Biel é o que cada dia tem uma novidade, seja uma palavra nova que ele aprendeu ou alguma brincadeira. Como o irmão tem o taco de madeira, tivemos que comprar para ele um de plástico, que ele carrega para cima e para baixo e até dorme com ele. Colocamos umas fotos deles aqui no blog… Botões: Legal… e os filmes? Tem visto muitos? Marcus: Não muitos, vocês sabem que eu não tenho muito tempo livre… semana passada fui assistir “The Hangover”. Pena que fui com uma camisa polo, então só dois de vocês puderam assistir comigo, mas foi óitmo. Mas não dá para falar disso de novo, já coloquei um post sobre isso aqui no blog… Começou aqui semana passada também “I Love You Beth Cooper“, baseado no excelente livro (de mesmo nome) do Larry Doyle, sobre o qual eu já escrevi aqui. Mas esse eu acho que vou ter que ir ver sozinho, pois a Kelly não gostou do livro. E hoje vamos ver Harry Potter 6. A Letícia quer ir logo, parece até que o filme vai sair de cartaz semana que vem! Eu estou com as expectativas baixas, pois esse para mim não foi dos melhores livros. Semana retrasada levei a garotada para ver Transformers 2, o que é um filme médio, nota 5. O filme é meio bobo, e nas horas das lutas fica difícil de ver quem são os transformers “do bem” e os “do mal”. O melhor do filme é mesmo a Megan Fox. Super-extra-mega-plus linda ela… Botões: E na TV? Marcus: Agora com as “férias” de LOST e The Office, o que vale memso são as séries da HBO. Sem elas não tem quase nada de novo na TV… Botões: Que séries? Marcus: Eu gosto de True Blood and Entourage. E começou uma nova agora, chamada Hung, que parece que vai ser legal também. E por falar em True Blood eu já estou terminando o quarto livro… Botões: Livro? True Blood tem livro? Marcus: Sim, True Blood é baseado numa série chamada Southern Vampire Mysteries, da Charlaine Harris. Eu estou terminado o quarto livro da série (que já tem 7 publicados), chamado Dead to the World. Imagina Twilight, só que proibido para menores, , coloca uma dose boa de humor e uma estória legal no fundo. Essa é a série. Botões: E o Mariners? Marcus: Pô, o Mariners está surpreendendo! Depois da temporada do ano passado, eu achei que esse ano a gente ia ser saco de pancada de novo. Mas não, nada como uma “nova gerência” e novos jogadores chaves para fazer de um grupo perdedor, um time vencedor. Eles não estão em primeiro no campeonato (ainda), mas tem chance de chegar lá. Vamos ver… Botões: Ufa! Tem certeza que não tem nada sobre o que escrever? Marcus: Tô falando que não pô! Botões: Ok então, quando tiver você escreve então. Marcus: Pode deixar…
Tinha tempo que eu não ia no cinema ver um filme “de gente grande”. Tinha mais tempo ainda que eu não ia no cinema e ria o tanto quanto eu ri no último sábado, assisitindo à “The Hangover” (não sei o título em português, mas a tradução literal seria “A Ressaca”).
O filme, que tem no elenco o Ed Helms (o Andy do The Office), conta a estória de 4 amigos que vão para Vegas por conta da despedida de solteiro de um deles. O “setting” do filme não tem nada de novo e você pode até imaginar que vai ser mais uma daquelas comédias clichés. Não é. O filme é uma comédia com “C” maiúscula. Excelente. De sair do cinema com dor na barriga de tanto rir.
Está precisando de uma risada? Vai ao cinema ver “The Hangover”…
Segue o trailer:
E por falar em cinema, essa semana chega às telonas o Harry Potter 6 (Letícia quer ir no primeiro dia em cartaz). Além desse, e mais na linha “de gente grande”, dois que vêm por aí ainda nesse verão e que eu acho que vão valer à pena assistir são “Funny People” e “500 Days of Summer“, esse último com a linda Zooey Deschanel.
Esse final de semana que passou assistimos Seven Pounds em DVD (é, o bicho ainda não deu o último suspiro). Como todo filme com o Will Smith na capa, Seven Pounds foi sucesso de bilheteria e teve ótimos reviews, mas eu achei o filme só legalzinho, nada demais. A idéia do filme é até legal, mas o jeito com o que ela é contada é meio lento, meio pesado. No final todas as peças se encaixam, mas até lá, você tem que ter um pouco de paciência. Eu daria uma nota 6.
Agora, se você quer ver um filme “light”, legal, divertido, bem feito e gostoso de assistir, pegue na locadora Nick and Nora’s Infinite Playlist, com o Michael Cera (de June) e a Kat Dennings (que fez Charlie Bartlett). Assisti Nick and Nora já tem um tempo, mas por alguma razão esqueci de comentar aqui no blog. Então fica aqui a dica. Nota 9.
Há alguns anos, quando ainda não existia na TV LOST ou The Office, na minha opinião, os dois melhores shows de TV que passavam eram Friends e ER. O primeiro uma comédia (o tradicional sitcom) e segundo um drama, mas “drama” na medida certa, não tão dramalhão como o Grey’s Anatomy.
ER, Ano 15 (clique na imagem)
ER foi criado pelo Michael Crichton (Jurassic Park, Timeline e State of Fear), um dos meus escritores preferidos. E quinze anos depois do primeiro episódio da série, hoje vai ao ar aqui no EUA o ultimo episódio de ER. Das quinze temporadas, eu posso dizer que acompanhei “de fato” umas 13 delas, pois tiveram uns anos que ER ia ao ar no mesmo horário que LOST, então… frist things first…
Ontem eu assisti MILK, um filme fantástico, muito bem feito, com uma estória muito bem contada e a interpretação excelente do Sean Penn (que inclusive lhe rendeu o Oscar de melhor ator esse ano).
Mas se isso não fosse suficiente para garantir à quem assiste duas horas de boa diversão, o filme também tem uma “mensagem”. E filmes bem feitos e com mensagem são ainda melhores (como uma cobertura de chocolate num sorvete). E a mensagem de MILK é que, não importa quem se é, como se é, ou do que se gosta (sexualmente falando, no caso do filme), todo mundo é igual, com os mesmos direitos e os mesmos deveres. E esse é o certo.
O filme conta a trajetória de Harvey Milk (o personagem do Sean Penn), o primeiro político declaradamente gay a ganhar uma eleição nos EUA, e fala da luta da comunidade gay no país, durante os anos 70. E o ponto central da estória é a briga do Milk contra uma lei que permitiria a demissão sumária de professores (das escolas públicas) que fossem gays ou simpatizantes ao movimento.
Mas essa estória é antiga e antes dos gays foram os negros, e antes dos negros o judeus e por aí vai (há quase 2 mil anos eram os cristãos que eram oprimidos lembra? Daniel na cova dos leões tal…). Sempre na história da humanidade teve uma minoria sendo oprimida. Oprimida por uma casta que se acha “melhor” do que esta dita minoria, e se entitula representante oficial da lei de Deus e dos homens. E o “Quem você acha que é, gay, para querer casar com alguém do mesmo sexo?” é igualzinho ao “Quem você acha que é, negro, para usar o mesmo banheiro que eu ou para colocar o seu filho na mesma escola que o meu?”. A mesma merda.
Se você ainda não o fez, assista MILK. Muito, muito bom. Melhor, na minha opinião, do que o Slamdog Millionaire, que acabou ganhando o Oscar de melhor filme (um bom filme também).
“If a bullet should enter my brain, let the bullet destroy every closet door.” – Harvey Milk
Crise, recessão, risco de desemprego, um stimulous package (o PROER daqui) que não vai ajudar em muita coisa, às vezes não te dá vontade de abrir a janela e gritar “Eu tô puto da vida!!!!Chega!!!!!”?
PS: Se você ainda não teve a chance de assistir Network, quando der dá uma passada na locadora e pega…
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A Kelly é a responsável pelas fotos e filminhos. Ela é a nossa cinematographer.
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Nosso primeiro blog
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